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quinta-feira, 22 de julho de 2010

Câmara dos Deputados analisa projeto que pode acabar com figura do fiador

Do R7 com Agência Câmara
Os aluguéis poderão ser pagos com desconto na folha de pagamento do trabalhador, eliminando a necessidade do fiador, caso o projeto que trata da mudança seja aprovado na Câmara dos Deputados.
Para entrar em vigor, a medida tem que passar pela aprovação das comissões de Trabalho e a CCJ (Comissão de Justiça e Cidadania) para depois passar por análise do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O projeto do deputado Eliene Lima (PP-MT) permite o débito em folha de pagamento do valor do aluguel residencial e seria inserida dentro das regras da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).
O trabalhador poderia comprometer até 25% da remuneração líquida (que desconta a contribuição previdenciária e impostos retidos na fonte) no pagamento do aluguel.
O desconto pode ser suspenso a qualquer tempo, mas a empresa e o locador devem ser informados com 30 dias de antecedência. É proibida a cobrança de taxas pela empresa para efetuar o desconto.
Dispensa do fiador. O deputado Eliene Lima explica que o projeto tem como objetivo facilitar a assinatura de contratos.

- Uma das maiores dificuldades para a assinatura de um contrato de aluguel reside na oferta de garantias ao locador. O débito em folha representaria uma segurança para o empregado, que poderá dispensar a figura do fiador, exigida na quase totalidade dos contratos de locação firmados no país. Lima acredita que a medida pode favorecer o mercado imobiliário.
- Além disso, o projeto, se aprovado, poderá dar um grande impulso ao mercado imobiliário. Os valores dos aluguéis seriam consideravelmente reduzidos a curto e médio prazos, com a entrada no mercado de milhares de imóveis que, hoje, permanecem fechados por opção do proprietário.
Crédito da imagem: Google Imagens

terça-feira, 1 de junho de 2010

Minha casa, minha vida poderá ter imóvel usado

O governo federal estuda incluir os imóveis usados no programa “Minha casa, minha vida”, transferindo para as unidades de segunda mão os mesmos incentivos concedidos para os imóveis novos, como subsídio (desconto), fundo garantidor e redução dos custos cartorários e de seguro. A ideia partiu do Conselho Federal dos Corretores de Imóveis (Cofeci), que enviou as reivindicações diretamente ao presidente Lula.

Segundo o vice-presidente do Cofeci, José Augusto Viana Neto, o Brasil tem quatro milhões de residências usadas disponíveis para ocupação imediata e que poderiam ser colocadas à disposição da população que procura moradias de até R$ 130 mil, teto dos imóveis incluídos no programa.

— Esse não é um pleito corporativo, mas uma reivindicação que atende a sociedade. O “Minha casa, minha vida” foi criado para ajudar a economia a se aquecer num momento de crise. O problema passou e agora as pessoas que precisam de moradia imediatamente merecem esse respeito. As condições atuais de financiamento dos imóveis usados não são convidativas como as oferecidas aos novos — disse Neto.

Teto mais alto

Ontem, também durante o Enbraci, a chefe do departamento de Produção Habitacional do Ministério das Cidades, Marta Garske, afirmou que a proposta está sendo estudada entre as várias mudanças que poderão fazer parte do chamado “Minha casa, minha vida 2”. O valor máximo dos imóveis financiados para as regiões metropolitanas e as demais cidades (no Rio é de R$ 130 mil) é outra alteração que poderá ocorrer na segunda fase do programa.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Mercado de locação imobiliária tem grande potencial de crescimento

Enquanto média de imóveis locados sobre o total de moradias no mundo é de 33%, no Brasil, locação gira em torno de 17%. Números mostram que país tem espaço para crescer no mercado de aluguéis residenciais e corporativos.

08/03/10 - Em países mais desenvolvidos, principalmente na Europa, o percentual de imóveis locados sobre o total de moradias supera em até três vezes os números do Brasil, que gira em torno de 17%, contra média mundial de 33%. De acordo com pesquisa do Ministério Público, na Alemanha, a locação chega a 57%; na Holanda, 47%; na Coréia, 45% e no Japão, 35%. Os números indicam um espaço grande a ser preenchido pela locação residencial no mercado brasileiro.

De acordo com o diretor de aluguéis da imobiliária Auxiliadora Predial, César Gimenez, o setor aquecido contribui para a redução do déficit habitacional, considerando os novos cenários de crescimento, a redução dos juros pagos sobre capital investido no mercado financeiro e a melhoria das relações entre locatários e locadores.

As readequações propostas pela recente Lei n° 12.112, que passou a vigorar a partir de 25 de janeiro de 2010, vão acelerar a retomada do imóvel em caso do inadimplência aliada à valorização dos imóveis. “A locação pelos próximos anos passará a ser muito atrativa para investidores e locatários, pois haverá maior opção de escolha, ocasionada pelo aumento da oferta de imóveis para locar diante de perspectivas positivas e de maior segurança para quem investe”, diz Gimenez.

As facilidades de financiamento, que resultam em maior poder de compra, não retraem o setor, pois a locação residencial no Brasil é praticada também como uma etapa que antecede a aquisição da casa própria. Para Gimenez, com a globalização e a velocidade imposta pelo mundo moderno, as pessoas também tendem a ficar mais desprendidas de moradia, com maior mobilidade, alicerçadas na certeza de que dificilmente habitarão um mesmo local pelo resto de suas vidas, especialmente profissionais cuja atividade exige mudanças repentinas de moradia. “Sob essa perspectiva, a opção pela locação é bastante razoável”, completa.

Na locação comercial as perspectivas são similares. O mercado trabalha com uma grande defasagem em relação à demanda, o que se agravará nos próximos anos pela estabilidade da economia brasileira e pelos grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. “A expansão das operações de diversas empresas passa pela necessidade de ocupação de espaços vocacionados para cada segmento, o que ainda é bastante difícil de suprir”, explica o diretor. Grandes oportunidades para investidores estarão na readequação e modernização dos imóveis corporativos já existentes, ou na construção de imóveis sob medida para determinados setores comerciais e industriais.

Moradia por locação no mundo:

- Alemanha: 57%
- Holanda: 47%
- Áustria: 46%
- Coréia: 45%
- Suécia: 40%
- França: 37%
- Japão: 35%
- Média mundial: 33%
- Brasil: 17%

quinta-feira, 4 de março de 2010

Comissão aprova saque do FGTS para filho comprar imóvel

Utilização do dinheiro inclui quitação, total ou parcial, de lote urbanizado não-construído; benefício inclui solteiros, casados e jovens que vivem em união estável.

Brasília, DF - O pai que tenha filho com idade superior a 21 anos poderá auxiliá-lo a comprar imóvel, utilizando o Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS). A proposta que permite ao pai sacar, para tal fim, seu saldo disponível no Fundo estende a possibilidade para jovens solteiros, casados oficialmente, e àqueles que vivem união estável.

O benefício é proposto pelo Projeto de Lei do Senado (PLS) 375/09, que acaba de receber a aprovação da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Agora, será votado em decisão terminativa (que finaliza o trâmite e encaminha o texto para sanção presidencial) pela Comissão de Assuntos Sociais (Cas).

De autoria do senador Jarbas Vasconcelos (Pmdb-PE), o PL prevê que, para gozar do benefício, o filho do titular da conta vinculada ao FGTS não poderá ser proprietário ou promitente comprador de imóvel.

Normas para utilização - Uma vez enquadrado nas exigências propostas pelo PLS 375/09, o saque poderá ser usado para:

Pagar parte das prestações decorrentes de empréstimo junto às instituições que operam no Sistema Financeiro de Habitação (SFH);

Liquidar ou amortizar saldo devedor de financiamento imobiliário;

Pagar, total ou parcialmente, imóvel construído ou lote urbanizado de interesse social, não-construído.

Em defesa do PL de sua autoria, o senador Jarbas Vasconcelos argumentou que o trabalhador, “como detentor dos recursos do FGTS, deveria ter maiores possibilidades” de utilizá-lo.

Ao se referir especificamente a sua proposta, sem a emenda que incluiu os solteiros, Vasconcelos defendeu a exigência de limitar o benefício aos casados e aos que vivem união estável.

O senador opinou que os vínculos familiares caracterizariam “a necessidade de aquisição da casa própria, e o cumprimento da função social da propriedade”.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Pesquisa Mensal de Locação

Aluguel continua a subir na capital: 0,7% em dezembro e fecha o ano com 12,4% de aumento

Fonte Secovi

Escassez da oferta ainda é apontada como a principal causa do aumento dos aluguéis que, em 2008, totalizou 12,4%

O mercado de locação residencial na cidade de São Paulo registrou aumento de 0,7% em dezembro. De acordo com a Pesquisa Mensal de Valores de Locação Residencial do Secovi-SP, nos últimos 12 meses, a alta acumulada foi de 12,4%, porcentual superior ao da variação dos principais índices de inflação, que medem a evolução dos preços no mesmo período, como o IPC-A (índice de Preços ao Consumidor Ampliado, do IBGE), que ficou em 5,9%; e do IGP-M (índice Geral de Preços de Mercado, da FGV), que teve variação anual de 9,8%.

A principal causa do aumento continua sendo a escassez da oferta, especialmente, de unidades com número menor de dormitórios. Os aluguéis dos imóveis de um quarto ficaram praticamente estabilizados em dezembro com 0,2% de aumento. Já os imóveis com dois dormitórios registraram elevação de 0,8% e os de três quartos apresentaram maior acréscimo: 1,3% de alta, em dezembro, em comparação ao mês de novembro de 2008.

No levantamento do Secovi-SP, os aluguéis estão disponibilizados por faixas de valores por m2, por número de dormitórios e por estado de conservação. Por exemplo, em um imóvel de três quartos na zona Norte, em bom estado, o aluguel por m2 fica entre R$ 10,31 e R$ 10,65. Então, a locação de um imóvel de 90 m2 ficaria entre R$ 928,00 e R$ 958,00.

Na região Sul – Zona A, que compreende bairros como Jardins, Moema e Vila Mariana, a locação de uma residência de três dormitórios está na faixa entre R$ 15,63 e R$ 20,37 por m2. Assim, a locação de um imóvel com área em torno de 150 m2 fica entre R$ 2.344,00 e R$ 3.055,00.

Garantias - O fiador continua sendo a modalidade mais utilizada nos contratos de locação efetuados no período pesquisado, correspondendo a 49,5% do total dos imóveis analisados. O depósito (ou caução) respondeu por 32,5% e o seguro-fiança foi usado em 18% dos contratos locatícios. Segundo o IVL (Índice de Velocidade de Locação), que mede em quantos dias uma moradia vaga é alugada, as casas escoaram mais rapidamente entre 10 e 27 dias, enquanto que o dos apartamentos a demora média ficou entre 18 e 37 dias. Os imóveis bem localizados e em bom estado de conservação são alugados em menos de duas semanas, isto é, em aproximadamente 12 dias.

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Porque o mercado imobiliário não para.

Maioria dos paulistanos não estão satisfeitos com as suas condições de moradia
Por: Equipe InfoMoney26/01/09 - 09h39InfoMoney

SÃO PAULO - Apesar de 63% dos paulistanos considerarem sua vida na cidade "muito interessante", o quesito moradia não é um atrativo para 58%, aponta pesquisa do Ibope, feita a pedido do Movimento Nossa São Paulo.
A 2ª edição do levantamento " Viver em São Paulo" revelou que 58% dos paulistanos entrevistados estão "totalmente insatisfeitos" com as condições de moradia, contra apenas 1% que se sentem "totalmente satisfeitos".Nesse aspecto, 32% estão "insatisfeitos", enquanto 8% estão apenas "satisfeitos".Piora da percepçãoSe comparada com os números de janeiro do ano passado, a satisfação com a moradia de quem mora na cidade caiu.
Os índices apontam que, no primeiro mês de 2008, 62% estavam "totalmente insatisfeitos" e 26% "insatisfeitos".Por outro lado, o número de pessoas que se sentiam "totalmente satisfeitas" e "satisfeitas" diminuiu, já que janeiro registrava 2% e 10% para esses índices, respectivamente.Habitação PopularAqueles que moram em habitações populares concentram os melhores percentuais de satisfação.
Em janeiro do ano passado, 4% estavam "totalmente satisfeitos" com a moradia, enquanto 59% estavam "totalmente insatisfeitos".Os dados revelam que 28% desses paulistanos estavam "insatisfeitos" e 9% estavam "satisfeitos" com suas habitações.
Em novembro de 2008, 58% estavam "totalmente insatisfeitos", 4% "totalmente satisfeitos", 31% "insatisfeitos" e 7% estavam "satisfeitos" com sua casa.
Sobre a pesquisa
O levantamento "Viver em São Paulo" entrevistou 1.512 moradores da cidade de São Paulo, com idade acima de 16 anos, no período de 18 a 29 de novembro.
A margem de erro máxima é de 3 p.p. para mais ou para menos.
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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

MRV Engenharia espanta a crise financeira mundial com investimentos

Ano após ano são os números que confirmam a MRV como uma das maiores construtoras do país. Mesmo diante da crise financeira mundial, a companhia não pára de crescer.

Somente nos três primeiros trimestres do ano foram lançadas 18.555 unidades, o equivalente a R$ 1,9 – milhão – um aumento de 190,7% em relação ao mesmo período de 2007.

O sucesso em vendas também reflete na geração de empregos. Ao contrário de várias empresas que se viram abaladas pela crise, a construtora, que investe principalmente no segmento de moradia popular, manteve todas as suas projeções de lançamentos, vendas e de contratações.

Você sabia que o primeiroape.com.br possui juntamente com a MRV cerca de 7 condominios já lançados, mais aproximadamente 14 por lançar na cidade de Mauá, mais precisamente no bairro mais arborizado, com muita segurança e uma ótima infra-estrutura! O Parque São Vicente. Além disso tudo com a vinda do rodoanel não existem dúvidas de que esses imóveis terão um alto indice de valorização. São opções que vão caber no seu bolso com certeza!

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

"Imóveis brasileiros são subavaliados", diz economista norte-americano

Por: Equipe InfoMoney
SÃO PAULO - Os imóveis brasileiros são subavaliados e o preço do metro quadrado em São Paulo chega a custar metade do valor praticado nos Estados Unidos. A avaliação é do economista norte-americano Lawrence Yun, palestrante durante a Convenção Secovi 2008.
"Com um grande déficit habitacional e crescimento da classe média, o Brasil necessita de medidas políticas sociais. A desigualdade é muito grande. Com estímulo ao crescimento econômico, haverá ascensão social e, conseqüentemente, compra de moradias. A hipoteca no Brasil não é o que poderia ser", disse Yun.
Características do crescimento:
O economista explica que as conseqüências de uma economia em crescimento são as aspirações por mudanças de vida, mais trabalho e poupança e, para ele, a primeira casa é um impulso para a troca por outra melhor. Segundo Yun, nos Estados Unidos, a mobilidade social é constante e as famílias mudam de moradia a cada sete anos.
"No Brasil isso não existe, não sei se por obstáculos do governo ou se pelo valor do pagamento antecipado da moradia, que é muito alto. Não copiem o modelo do subprime norte-americano, mas permitam que mais pessoas da classe média obtenham crédito", afirmou.
Yun também avalia que o índice de liberdade econômica no Brasil ainda é baixo, em comparação com a maioria dos países. "O Chile tem um nível de liberdade econômica maior que o de vocês. Isso dá espaço para o fortalecimento do direito de propriedade e permite que a economia avance mais rápido. Estou bastante otimista com as oportunidades do Brasil", declarou.
Destaque do BRIC:
Para Lawrence Yun, o Brasil supera Rússia, China e Índia em termos de oportunidades para investimentos no mercado imobiliário, apesar de "ainda ser necessário desenvolver uma base mais sólida para conter possíveis riscos econômicos". Ele elogiou, dentre outros fatores, a liberdade política no País, além da aceitação da população referente ao governo e à administração pública."
O Brasil está à frente. Não é possível compreender o risco na Rússia; na China há forte controle governamental sobre o direito de propriedade - após 40 anos de locação, o imóvel é retomado pelo governo; e na Índia há forte predominância de uma classe intelectual que mantém viva a filosofia de que o governo deve interferir em algumas atividades privadas, apesar de viverem uma democracia", analisou.Além disso, segundo ressaltou, não há estrangeiros que queiram comprar imóveis de segunda residência na China, e na Índia isso é proibido. "O Brasil, assim como os Estados Unidos e a Espanha, está aberto aos investimentos", concluiu.

CRISE FINANCEIRA: Os riscos do subprime no Brasil

Como um dos países emergentes, o Brasil acaba sendo alvo das atenções e reflexões de economistas quanto aos possíveis danos da crise subprime nos Estados Unidos no mercado nacional, principalmente no setor imobiliário.
Acabamos de realizar a Convenção Secovi – evento que integrou a Semana Imobiliária 2008 conjuntamente com o Master Imobiliário e o SISP – e uma das mais importantes palestras apresentadas tranqüilizou os empreendedores imobiliários, por corroborar com a opinião de analistas econômicos brasileiros. Lawrence Yun, um dos dez melhores economistas do mundo, destacou o Brasil como o principal país dos BRICS durante sua apresentação no painel "Investimentos Internacionais nos Países Emergentes" . Conforme Yun, o País supera a Rússia, a China e a Índia em termos de oportunidades, pois além de manter a inflação sob controle e a macroeconomia estabilizada, possui liberdade política. Riscos políticos menores diminuem as interferências ao direito de propriedade. Assim, está aberto a investimentos estrangeiros. Até mesmo diante da crise financeira norte-americana, que tem movimentado as bolsas de valores de todo o mundo, o Brasil permanece em bases firmes.
É real que ações das empresas incorporadoras e construtoras listadas na Bovespa de 2005 a 2007 caíram assustadoramente acompanhando tendência mundial. Mas é bom esclarecer que tal movimento nem sempre reflete o que acontece de real nas empresas. Não é honesto relacionar a saúde financeira das empresas imobiliárias brasileiras com a variação dos papéis. O fundamental mesmo é confiar em uma economia sólida e num mercado imobiliário que está sendo construído com equilíbrio e maturidade. Afora tais aspectos, o acesso à casa própria cresceu no Brasil. Com a melhoria da renda salarial e das condições econômicas, o consumo imobiliário e de outros bens aumentou. Depois de anos trabalhando com potência mínima, a indústria imobiliária conseguiu que o governo definisse legislações mais apropriadas ao setor e ao novo momento da economia. Sólidos marcos regulatórios levaram à segurança jurídica e à volta do crédito imobiliário, em condições acessíveis aos cidadãos. Mas apesar de o cenário econômico e produtivo no Brasil ser positivo, ainda há enorme carência habitacional.
São oito milhões de moradias para uma população carente de financiamento e de uma política de Estado. Instrumentos governamentais indutores garantirão a essas famílias o acesso à moradia digna. Assim como foi possível reverter um quadro negativo de quase duas décadas com alguns anos de políticas responsáveis, que permitiram aproveitar o bom momento internacional e colocar o País na rota do desenvolvimento, certamente encontraremos a saída para essa mácula social. Nessa fase de crescimento sustentável, com estabelecimento de condições de financiamento em longo prazo é necessário para o fomento de operações para a baixa renda e para o equilíbrio desse segmento no mercado de capitais compreensão da dinâmica de crédito imobiliário. A despeito de um sistema de financiamento habitacional que atenda ao enorme desafio de garantir moradia a todos os brasileiros, os riscos do subprime são mínimos. Aqui, não há concessão de créditos podres. Ou seja, os métodos de análise de crédito no Brasil são suficientemente rígidos para evitar uma crise financeira.
Também, o investimento habitacional per capita é muito exíguo quando comparado a outros países e regiões. Não vivemos um processo de tensão imobiliária anunciada. Estamos iniciando, sim, um período de construção habitacional no país. Há espaço para crescer e pela característica de longo prazo, passaremos praticamente imunes a esse processo internacional de ajustes de contas.

Autor:
Celso Petrucci é economista-chefe do Secovi-SP, diretor-executivo da vice-presidência de Incorporação Imobiliária do Sindicato e membro titular do Conselho Curador do FGTS.
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Entenda porque investir na planta é um excelente negócio

Por Dieguez
Encontrei esse texto muito bem desenrolado a respeito de investimento na planta. Espero que seja claro nas várias vantagens que temos ao investir no momento do lançamento. Se tiverem dúvidas enviem comentários que eu farei de tudo pra esclarecer.
Obs: Na minha percepção as principais vantagens são as prioridades na escolhla da unidade mais adequada à sua preferência (as melhores disposições dentro do condominio, com mais sol, mais arejados, etc...), além de encontrar, nessa fase de vendas, as melhores condições de preço e de forma de pagamento. Todo empreendimento muda sua tabela na virada do mês, eu já tive empreendimentos aumentando seu valor em 8% de um mês para o outro, acredite, isso é pratica legal do mercado, e como dizem: Quem chega primeiro bebe agua limpa!

No Brasil, imóveis sempre foram, e ainda serão por muito tempo, uma alternativa de investimento seguro em relação a outros tipos de investimentos por ter como principal característica a solidez contra confiscos e inflação.

A ampliação do prazo de financiamento para a compra de imóveis pela Caixa Econômica Federal, de 20 para 30 anos, possibilitará maior número de lançamentos voltados principalmente para a baixa renda, com valores em até R$ 200 mil, conforme previsão do Sindicato da Construção de São Paulo (Sinduscon-SP), e, além disso, aumenta o número de clientes potenciais.
Como a construção civil é um processo artesanal e que depende de diversas aprovações de órgãos públicos, a oferta de empreendimentos não aumenta na mesma velocidade que a demanda. Diante deste cenário, claramente a previsão é de aumento dos preços dos imóveis.




A liquidez é um fator que deve ser levado em consideração em todo investimento financeiro. Alguns imóveis são mais líquidos que outros, ou seja, são transformados em dinheiro vivo com maior facilidade, através da venda ou aluguel.

Propriedades menores e localizadas em bairros de classe média têm maior procura em relação aos imóveis de alto padrão ou destinados ao lazer, como casas de praia, fazenda sítios ou ranchos, por exemplo. Portanto a primeira opção se faz mais adequada a investidores que buscam imóveis de rápida negociação.
Tipos de Investimentos em Imóveis.
O mercado imobiliário é alimentado pelo déficit habitacional brasileiro, ou seja, pelo número de residências que faltam no país em relação ao seu número de habitantes. Esse déficit chega a 6 milhões de habitações.
Aluguel.
O investimento em imóveis é seguro e pode proporcionar um rendimento de até 2% ao mês através do aluguel, que tem um valor variável entre 1,2% a 0,8% do valor do imóvel. A rentabilidade desse investimento depende de alguns fatores determinantes no momento da compra do imóvel. A localização do imóvel e o seu custo de manutenção devem ser levados em consideração, pois os imóveis mais procurados são os menores e localizados em regiões de classe média mais baixa, e não os imóveis de luxo localizados em áreas nobres. A escolha certa do imóvel garantirá maior liquidez e, conseqüentemente, maior retorno financeiro.

Venda.
O investimento em imóveis visando à venda garante estabilidade e alta rentabilidade, já que um imóvel é um patrimônio que tem valorização de até 40% ao término da obra. O ideal para esse tipo de investimento é que os imóveis sejam comprados na planta, pois assim se obtém descontos que podem variar de 20% a 30% comparando-se ao valor do mesmo imóvel quando pronto. O pagamento à vista também é uma excelente vantagem para se obter descontos ainda maiores. Especialistas afirmam que comprar imóveis menores e mais baratos garante a facilitação da venda, ou seja, maior liquidez do investimento.

Nós do primeiroape.com.br trabalhamos com um dos maiores construtores do Brasil, a MRV. Conheça agora as opções que temos em Mauá mais precisamente no Parque São Vicente (o melhor bairro da cidade). São imóveis a partir de 77 mil sendo 90% financiados pela Caixa Econômica Federal. Acesse e conheça o Residencial Reserva do Taquari: http://www.primeiroape.com.br/imovel.php?id=19

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Investidores em imóveis veem Brasil como 2º mercado mundial

Pesquisa de associação americana coloca país como destino preferencial de 16% dos investidores.
Por Estadão

SÃO PAULO - Uma pesquisa feita entre membros de uma associação americana de investidores estrangeiros em imóveis indica o Brasil como o segundo destino mais atraente para seus investimentos em 2009. Segundo a pesquisa da Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (Afire, na sigla em inglês), 16% dos seus membros consideram o Brasil como o país que oferece a melhor oportunidade para apreciação de capital.
O Brasil subiu dez postos no ranking em relação à mesma pesquisa realizada no ano anterior, desbancando a China do segundo posto de mercado mais atraente para os investimentos em imóveis. Com a crise de crédito que derrubou os preços dos imóveis, os Estados Unidos permanecem como o destino prioritário dos investimentos estrangeiros em imóveis, com 37% das preferências dos membros da Afire.
A Grã-Bretanha, outro país cujo mercado imobiliário vem sofrendo com a crise econômica, pulou do nono para o quarto lugar na preferência dos investidores. A Índia, que no ano passado era o terceiro destino preferencial dos investimentos em imóveis, caiu para quinto neste ano. Financiamento em alta A 17ª pesquisa anual da Afire também indica uma predisposição maior de financiadores e investidores por um aumento nos investimentos neste ano em relação a 2008. Segundo o levantamento, agências de crédito hipotecário dizem planejar um aumento de 54% na concessão de crédito global e de 58% no crédito nos Estados Unidos. Os investidores em ativos planejam aumentar sua atividade em 40% globalmente e em 73% nos Estados Unidos. O levantamento foi feito no último quadrimestre de 2008 entre 200 membros da associação.
Segundo a Afire, os investidores consultados no levantamento detêm cerca de US$ 1 trilhão em suas carteiras de investimentos em imóveis. Segundo o presidente da Afire, C. Maclaine Kenan, os membros da associação adotaram uma postura mais cautelosa no ano passado, por conta das dúvidas em relação à economia e sobre o valor real dos imóveis. "Ao esperar fundamentos mais favoráveis ao investimento em 2009, nossos membros devem agir mais agressivamente para fazer aquisições", afirmou.
BBC Brasil
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Classe média pagará menos juros na compra da casa própria

Por Dieguez
Ótima novidade pra quem vai pegar um financiamento bancário a partir de 2009. Olhem a notícia fresquinha abaixo:
A classe média brasileira vai pagar menos juros para aquisição da casa própria. O conselho curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou a redução do juro anual de 8% para 6,5% para a população com renda entre R$ 3,9 mil e R$ 4,9 mil mensais. As novas taxas valem apenas para financiamentos iniciados em 2009.
A nova taxa é válida para empréstimos obtidos com recursos do FGTS para a compra da casa própria, de imóveis novos ou usados com valor de até R$ 100 mil. Na habitação popular, o juro foi mantido em 6% ao ano.
Em circular no Diário Oficial da União, a Caixa Econômica Federal definiu o orçamento de 2009 em R$ 14 bilhões. Deste montante R$ 4,5 bilhões serão destinados em programas de habitação popular, atendendo famílias que ganham até R$ 1.875. Também foi estabelecido que R$ 2 bilhões estão reservados a projetos habitacionais para famílias com salário superior a R$ 3,9 mil mensais.
Aproveite a nova linha de financiamento. As dicas do primeiroape.com.br ficam no Campo Limpo e tb em Itaquera. São apartamentos de 3 dorm na faixa de 90 mil. Mande um email no fale conosco que nós passaremos mais informações em até no máximo 2 horas, acesse agora: http://www.primeiroape.com.br/fale_conosco.php

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Inadimplentes perdem direitos

Fazendo uma pesquisa em alguns portais, deparei com uma decisão, unânime, relatada pelo Desembargador Donegá Morandini, da 3ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de S. Paulo, que confirma sentença do Juiz da 1ª Vara Cível, por ter julgado improcedente ação anulatória de assembléia. Nesta, ficou deliberado o impedimento, do condômino inadimplente, de usar dos equipamentos de lazer do condomínio, entre eles o salão de festas, jogos, quadra poli esportiva e churrasqueira.

A decisão do Juiz de Primeira Instância, desde o início, negou pedido de tutela antecipada do condômino autor para continuar usufruindo as demais vantagens comuns sustentadas pelos que pagam as despesas condominiais em dia.

No recente julgamento, já em Segunda Instância, em 21/10/08, o Desembargador acendeu a mais forte das luzes para iluminar os caminhos que os síndicos devem seguir, doravante.
No aspecto jurídico, o acórdão da 3ª Câmara Cível adiciona uma interpretação positiva para sustentar o verdadeiro sentido social da nova legislação sobre o condomínio. Assim se escreveu:
"O condômino inadimplente, pela assembléia ordinária de (...), além de impedido de usufruir o gerador instalado no edifício, também não poderá se valer dos equipamentos de lazer do condomínio (salão de festas, jogos, quadra poli esportiva e churrasqueira).

A deliberação, no entanto, não padece de qualquer ilegalidade. Não envolve, em primeiro lugar, serviço essencial disponibilizado ao condômino.
De outra parte, com o advento do novo Código Civil, abriu-se a possibilidade de restrições ao condômino inadimplente, que, neste particular, está impedido de participar das assembléias (art. 1335, inciso III, do Código Civil).

Na linha de impedimento traçado pelo citado artigo 1355, inciso III, do C. Civil, estabelecer outras restrições ao condômino inadimplente, como, por exemplo, aquelas introduzidas às fls. ..., vez que não é justo que aquele que não cumpre suas obrigações usufrua os equipamentos de lazer do edifício à custa dos demais condôminos que pagam em dia as cotas condominiais." Pois, decisões como esta acabarão de vez com "folgas" dos condôminos, que se "encostam nos bolsos dos outros". São os que vão para fora do país em todas as férias ou os que desfilam anualmente com os novos carrões à custa dos outros, revoltando a todos.

Aos síndicos, portanto, cabe agora modernizar as convenções de seus condomínios, acrescentando dispositivos aliados com a nova jurisprudência sobre o assunto.

Fonte: Em Condomínios - Por Róberson Chrispim Valle (robersonvalle@globo.com), advogado e Coordenador Adjunto da Comissão de Direito Imobiliário e Urbanístico da OAB/SP – Subseção de Santo Amaro – Janeiro/08
Já ouviu falar no Parque do Sol Guarulhos? Um empreendimento da Klabin Segall, com muito lazer e qualidade pra sua família. Acesse agora e conheça os planos especiais que temos pra vc: http://www.primeiroape.com.br/imovel.php?id=34

Leilão de móveis novos

Por Dieguez

Pra quem esta no momento de começar a mobiliar o novo apartamento aqui vai uma ótima dica: Leilões de móveis novos! isso mesmo, novos!

Algumas construtoras no momento em que precisam demolir seus stands de vendas pegam os móveis e levam para outros em construção, para um novo projeto. Mas muitas vezes esses móveis não são reaproveitados para outros apartamentos decorados, por diversos motivos: desde não terem o mesmo estilo, até não caberem, não combinarem, etc... e adivinha o que eles fazem com esses móveis, e utensilios!? Eles colocam a venda em leilões, e no caso são os leiloeiros quem organizam as datas, locais e todos os detalhes.

Veja por exemplo um leilão da Rossi Residencial que aconteceu no mês passado:

Só pra vcs terem uma idéia é possível pagar apenas 30% do valor do bem nesses leilões!!! Eu conheço uma pessoa que a poucos dias atrás num leilão comprou um microondas da electrolux que na loja custa R$600,00 e pra ela saiu por pasmem R$200,00!!! É muito diferente do que acontece com imóveis, que são bens tomados por inadimplencia ou outros motivos que pode parecer interessante, mais em 99% dos casos são bucha. Tem coisa melhor que pagar pouco por tudo novinho e de qualidade!?!

Eu aconselho que vcs se cadastrem em todos os sites de leilões e fiquem por dentro das datas, não custa nada de vez em quando dar uma olhada nos emails, e pode ter certeza que vale muito a pena $$$$!!

O site que eu conheço e indico pra vcs é o http://www.biasileiloes.com.br/ foi inclusive o leilão que organizou o evento acima.

Obs: Alguem ja viu um apartamento decorado feio!? Com móveis ou utensilios velhos e mal cuidados!? é quase impossivel! vale muito a pena economizar, e sem abrir mão da qualidade! boa sorte.

Pra quem quiser conhecer um maravilhoso apartamento decorado e se encantar com o projeto, segue a dica do primeiroape.com.br. Conheça o Fatto Show São Bernardo do Campo! São dois maravilhosos decorados, um projeto arquitetônico de nada mais nada menos que Pablo Slemenson. Acesse agora e conheça essa oportunidade: http://www.primeiroape.com.br/imovel.php?id=53

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Investimento em imóveis. Agora é a hora!!

Por: Thais Verona

“O ideal neste momento é apostar em investimentos conservadores, por isso a compra de imóveis é a melhor opção”. É isso que afirma o consultor e professor de Economia, Luis Edmundo de Oliveira Morais.

De acordo com ele, a opção é valida principalmente para aqueles que dispõem de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), cujo rendimento é baixo se comparado ao retorno que um bom imóvel pode garantir.A questão foi levantada após o anúncio de que o governo deve disponibilizar R$ 11,8 bilhões em crédito habitacional no próximo ano, o que significa um aumento em torno de 40%, se comparado a 2008. Esse valor será disponibilizado através do FGTS, que conquistou arrecadação maior no decorrer deste ano, devido ao aumento no número de empregos com carteira assinada.

O que gerou curiosidade foi pensar nos motivos que levariam ao aumento de crédito justamente num momento em que bastar ligar a televisão ou o rádio para ouvir falar em crise. Segundo Morais, existem diversas formas de investir em imóveis, mas basicamente temos dois tipos de compradores: aqueles que desejam morar e aqueles que desejam comprar como forma de investimento.


Seu dinheiro
Para os investidores, imóveis são excelentes opções no momento. Mas vale lembrar: é preciso conhecer o mercado antes de sair comprando. Ou seja, quando um imóvel for do seu interesse, procure conhecer a região em que o mesmo está localizado para avaliar se é um investimento de risco ou não. De forma clara, procure saber se esse imóvel tende a ser valorizado com o passar dos anos. Na maioria das vezes, as próprias construtoras fornecem algumas das informações.

Imóveis comprados ainda em fase de construção também costumam ser boas opções nessa hora. Desde que, é claro, a construtora seja confiável. Isso porque os preços costumam ser baixos quando comparados ao imóvel pronto.

Em alguns empreendimentos, esse valor pode variar muito. Ou seja, se o imóvel custava R$ 150 mil em fase de lançamento, pode chegar ao dobro do valor na fase de entrega, devido ao sucesso do empreendimento. Por isso, pesquisar e investir em imóveis é uma excelente opção para quem deseja conquistar um patrimônio sólido.

Se necessário, contrate um consultor e peça para que ele avalie as melhores opções existentes no mercado.
Quer investir!? A dica do primeiroape.com.br segue abaixo, é uma das melhores opções hoje no mercado. Conheça o Alcance Clube Residencial, um empreendimento da parceria entre a Lucio Engenharia e a Cyrela. Conheça mais sobre o empreendimento, e tire suas dúvidas com nossos corretores online, acesse: http://www.primeiroape.com.br/imovel.php?id=8

Multa em contrato de aluguel deve ser proporcional aos meses faltantes.

Caso o cálculo da multa não seja feito desta forma, o inquilino poderá questionar judicialmente o contrato.
10/12/08 - Uma cláusula comum em contratos de aluguel é a cláusula de multa para o caso de rescisão. Em geral, ela é fixada em três meses de aluguel e se estabelece que ela será devida se o contrato for rescindido antecipadamente por qualquer uma das partes.
Quando o inquilino precisa devolver o imóvel, por qualquer motivo, as imobiliárias têm que cobrar o valor da multa proporcionalmente ao prazo faltante.
A Lei do Inquilinato é clara em estabelecer que: Art. 4º. Durante o prazo estipulado para a duração do contrato, não poderá o locador reaver o imóvel alugado. O locatário, todavia, poderá devolvê-lo, pagando a multa pactuada, segundo a proporção prevista no artigo 924 do Código Civil (1916) e, na sua falta, a que for judicialmente estipulada. Já o Código Civil/02, estabelece também esta proporcionalidade, conforme artigo 413: Art. 413. A penalidade deve ser reduzida eqüitativamente pelo juiz se a obrigação principal tiver sido cumprida em parte, ou se o montante da penalidade for manifestamente excessivo, tendo-se em vista a natureza e a finalidade do negócio.
Portanto, se o inquilino tinha um contrato de 12 meses, dos quais cumpriu apenas 6 meses, a rescisão se dará com a aplicação da multa proporcional aos 6 meses faltantes. Por exemplo: Se a multa para descumprimento do contrato era de 3 aluguéis pelos 12 meses, então a multa será de 1,5 aluguéis pelo prazo faltante. Caso o proprietário ou as imobiliárias discordem em proceder o cálculo da multa desta forma, o inquilino poderá devolver as chaves e questionar judicialmente o contrato, buscando fixar a multa na proporcionalidade dos meses faltantes. Quem já pagou esta multa calculada de forma errada, pode reaver o que pagou através de ação judicial de repetição de indébito, bastando para isto exibir o contrato e os comprovantes de pagamento efetuado ou do desconto feito sobre a caução. A ação pode ser proposta nos Juizados Especiais Cíveis, e dependendo do valor do aluguel, não necessita de advogado.
Fonte: IBEDEC (Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo).
Invista em imóveis para locação. Veja uma excelente opção, acesse agora e conheça o Versatti Barra Funda: http://www.primeiroape.com.br/imovel.php?id=35

Criação do nosso BLOG www.primeiroape.com.br

Sejam bem vindos.
O intuito desse blog é criar um espaço para todos os nossos clientes se informarem a cerca do que esta acontecendo com o mercado imobiliário. Desde as novidades em financiamentos, oportunidades imperdiveis, decoração do seu novo ape, serviços, etc... isso pra quem ja comprou, e mostrar pra quem ainda nao comprou como tratamos nossos clientes, a casa esta aberta para novos amigos: novos clientes!!
Essa é uma fase experimental, mas a idéia é linkar o nosso site http://www.primeiroape.com.br/ com o blog. E o objetivo disso é fazer com que os nossos clientes tenham um canal de facil acesso pra resolver qualquer problema relativo a compra do seu apartamento conosco, tirar dúvidas relativas a qualquer assunto do seu novo imóvel, da construtora, do financiamento, etc... e deixar claro para os novos clientes que somos uma empresa séria que prima pelo relacionamento claro, transparente, eficiente e muito próximo com todos os nossos clientes. Aqui ninguem fica na mão!!! Pelo contrário, nossos clientes são realmente parceiros, tanto que mais de 30% das nossas vendas são de indicação, você acredita nisso?!!?
A nossa filosofia do primeiroape.com.br é: o melhor marketing já existente na face da terra e que nunca, mas nunca será ultrapassado: o boca-a-boca! A confiança, gerada pela transparência e atenção, gera a melhor condição para que o boca-a-boca exista!
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Vendas
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