segunda-feira, 26 de abril de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Leilão de móveis novos - Decore seu apê!
Pessoal, segue uma dica quente! Aproveitem, tem muita coisa de excelente qualidade, são móveis de 5 apartamentos/casas decorados pelos melhores arquitetos do país!!

Quando começar pagar a taxa de condomínio ?
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Quando é preciso pagar IR sobre a venda de um imóvel
Leão abocanha alíquota obrigatória sobre lucro nas transações imobiliáriasExistem, no entanto, diversas exceções à regra. Quem adquiriu o imóvel antes de 1969, por exemplo, está isento de pagar IR sobre o ganho de capital. Quem tiver um único imóvel em todo o Brasil e vendê-lo por até 440.000 reais também não precisa recolher o imposto. Um terceiro caso de isenção refere-se aos contribuintes que venderem um imóvel e, em até 180 dias, usarem o dinheiro para comprar outro imóvel.
Na entrevista abaixo, o especialista tributário Lázaro Rosa da Silva, do Cenofisco, dá dicas para que o contribuinte faça o planejamento tributário para pagar o menor IR possível sobre as transações imobiliárias:
http://portalexame.abril.com.br/financas/imoveis/guias/quando-preciso-pagar-ir-venda-imovel-546001.html
sábado, 13 de março de 2010
Preparando seu imóvel para a venda.
Quando um comprador fizer a visita, ele vai olhar atentamente todos os detalhes, então, a primeira impressão que ele tiver será a mais importante.
Ele pode até decidir fechar ou não o negócio baseado nela, logo, a apresentação de seu imóvel tem de ser a melhor possível.
Essas são algumas dicas para que você melhore a aparência do imóvel gastando pouco.
Limpeza geral – Tirar a poeira, limpar e lustrar luminárias e ventiladores de teto, lavar ou limpar as cortinas.
Pintura – Uma Mão de pintura pode fazer uma grande diferença.
Piso – Limpar carpetes e/ou encerar pisos.
Organização - Organize os objetos em seus lugares, doe ou se desfaça de roupas e utensílios que você não precisa ou não usa mais.
Organize estantes, prateleiras, closets e armários embalando roupas que estiverem fora de estação.
Dobre e guarde cobertores, edredons, roupas de cama e toalhas.
Se os armários ou as sapateiras estiverem com odor de roupa guardada, espalhe saches com odor ou sabonetes para perfumar.
Estantes, prateleiras, e armários:
• Organize os objetos nas prateleiras.
• Doe os objetos, roupas e utensílios que você não precisa ou não usa mais.
• Comece a embalar os itens que você não irá precisar nos próximos meses.
• Embale todas as roupas que estão fora da estação.
• As portas dos armários devem abrir e fechar silenciosamente.
Cozinha e banheiros:
• Conserte as torneiras que pingam.
• A banheira ou hidromassagem deve funcionar perfeitamente.
• A porta do Box deve abrir e fechar suavemente.
• Limpe e lustre todos os acabamentos, puxadores, e maçanetas de metal e troque os que estiverem danificados.
Janelas, portas, espelhos e iluminação:
• As portas devem abrir e fechar silenciosamente.
• Os espelhos estar em bom estado, sem trincas ou manchas.
• Os vidros das janelas devem estar brilhando.
• Todas as lâmpadas devem estar funcionando.
• Em cantos escuros, providencie iluminação.
Deixe o potencial comprador à vontade. Ele se sentirá mais descontraído sem a presença do proprietário durante a visita.
Seguindo esses conselhos você estará fazendo o melhor para aumentar as suas chances de vender seu imóvel rápido e por um preço justo, sem gastar muito com isso.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Mercado de locação imobiliária tem grande potencial de crescimento
08/03/10 - Em países mais desenvolvidos, principalmente na Europa, o percentual de imóveis locados sobre o total de moradias supera em até três vezes os números do Brasil, que gira em torno de 17%, contra média mundial de 33%. De acordo com pesquisa do Ministério Público, na Alemanha, a locação chega a 57%; na Holanda, 47%; na Coréia, 45% e no Japão, 35%. Os números indicam um espaço grande a ser preenchido pela locação residencial no mercado brasileiro.
De acordo com o diretor de aluguéis da imobiliária Auxiliadora Predial, César Gimenez, o setor aquecido contribui para a redução do déficit habitacional, considerando os novos cenários de crescimento, a redução dos juros pagos sobre capital investido no mercado financeiro e a melhoria das relações entre locatários e locadores.
As readequações propostas pela recente Lei n° 12.112, que passou a vigorar a partir de 25 de janeiro de 2010, vão acelerar a retomada do imóvel em caso do inadimplência aliada à valorização dos imóveis. “A locação pelos próximos anos passará a ser muito atrativa para investidores e locatários, pois haverá maior opção de escolha, ocasionada pelo aumento da oferta de imóveis para locar diante de perspectivas positivas e de maior segurança para quem investe”, diz Gimenez.
As facilidades de financiamento, que resultam em maior poder de compra, não retraem o setor, pois a locação residencial no Brasil é praticada também como uma etapa que antecede a aquisição da casa própria. Para Gimenez, com a globalização e a velocidade imposta pelo mundo moderno, as pessoas também tendem a ficar mais desprendidas de moradia, com maior mobilidade, alicerçadas na certeza de que dificilmente habitarão um mesmo local pelo resto de suas vidas, especialmente profissionais cuja atividade exige mudanças repentinas de moradia. “Sob essa perspectiva, a opção pela locação é bastante razoável”, completa.
Na locação comercial as perspectivas são similares. O mercado trabalha com uma grande defasagem em relação à demanda, o que se agravará nos próximos anos pela estabilidade da economia brasileira e pelos grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. “A expansão das operações de diversas empresas passa pela necessidade de ocupação de espaços vocacionados para cada segmento, o que ainda é bastante difícil de suprir”, explica o diretor. Grandes oportunidades para investidores estarão na readequação e modernização dos imóveis corporativos já existentes, ou na construção de imóveis sob medida para determinados setores comerciais e industriais.
Moradia por locação no mundo:
- Alemanha: 57%
- Holanda: 47%
- Áustria: 46%
- Coréia: 45%
- Suécia: 40%
- França: 37%
- Japão: 35%
- Média mundial: 33%
- Brasil: 17%
quinta-feira, 4 de março de 2010
Comissão aprova saque do FGTS para filho comprar imóvel
Brasília, DF - O pai que tenha filho com idade superior a 21 anos poderá auxiliá-lo a comprar imóvel, utilizando o Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS). A proposta que permite ao pai sacar, para tal fim, seu saldo disponível no Fundo estende a possibilidade para jovens solteiros, casados oficialmente, e àqueles que vivem união estável.
O benefício é proposto pelo Projeto de Lei do Senado (PLS) 375/09, que acaba de receber a aprovação da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Agora, será votado em decisão terminativa (que finaliza o trâmite e encaminha o texto para sanção presidencial) pela Comissão de Assuntos Sociais (Cas).
De autoria do senador Jarbas Vasconcelos (Pmdb-PE), o PL prevê que, para gozar do benefício, o filho do titular da conta vinculada ao FGTS não poderá ser proprietário ou promitente comprador de imóvel.
Normas para utilização - Uma vez enquadrado nas exigências propostas pelo PLS 375/09, o saque poderá ser usado para:
Pagar parte das prestações decorrentes de empréstimo junto às instituições que operam no Sistema Financeiro de Habitação (SFH);
Liquidar ou amortizar saldo devedor de financiamento imobiliário;
Pagar, total ou parcialmente, imóvel construído ou lote urbanizado de interesse social, não-construído.
Em defesa do PL de sua autoria, o senador Jarbas Vasconcelos argumentou que o trabalhador, “como detentor dos recursos do FGTS, deveria ter maiores possibilidades” de utilizá-lo.
Ao se referir especificamente a sua proposta, sem a emenda que incluiu os solteiros, Vasconcelos defendeu a exigência de limitar o benefício aos casados e aos que vivem união estável.
O senador opinou que os vínculos familiares caracterizariam “a necessidade de aquisição da casa própria, e o cumprimento da função social da propriedade”.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Preço do M2 dobra em seis anos
em um bairro da Zona C (Jabaquara, Santa Cecilia, Ipiranga, Horto Florestal e Tatuapé, entre outros) tinha metro quadrado avaliado em R$ 2.744,05. Em novembro de 2003, o m2 de um imóvel nas mesmas condições era avaliado em R$ 1.325,20.
A mesma comparação mostra que em novembro de 2003, aproximadamente 21,5% dos imóveis vendidos na cidade custava de R$ 41 mil a R$ 60 mil.
Os imóveis com valor superior a R$ 200 mil representavam cerca de 13,5% das vendas. Em 2009, a maior parte dos imóveis vendidos na capital paulista custava mais R$ 200 mil.
A valorização não vale só para venda. Em novembro de 2003, alugar um apartamento de dois dormitórios em um bairro na Zona E custava R$ 349,17, em média. O aluguel de um imóvel nas mesmas condições, na mesma região, valia R$ 608,33 seis anos depois.
"Só de ouvir falar, o preço sobe. A Vila Prudente (na Zona Leste) está sofrendo valorização desde que foi anunciada uma estação naquela região': afirma.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Saiba o que considerar na hora de comprar imóvel para investimento
Para os que procuram um investimento seguro, a aquisição de imóveis tem se mostrado uma boa opção. Ao contrário da instabilidade do mercado de ações, investir em imóvel, seja residencial ou comercial, para locação ou venda, é uma alternativa segura e de ganho financeiro com valorização a médio e longo prazo.
“Quando se aplica em imóvel você pode ter a certeza de que não perderá o valor real da propriedade, ao contrário do que ocorre com os fundos de ações, que podem ter um ganho maior e mais rápido, mas à custa de um grande risco”, diz Roberto Akazawa, gerente de Economia e Estatística do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi).
Mas que fatores considerar na hora de adquirir um imóvel para investimento?
Liquidez - Especialistas do setor alertam, entretanto, que o investimento não deve ser encarado como uma decisão de impulso. O recomendado é avaliar as vantagens e desvantagens da compra. Um dos pontos a se considerar é a liquidez, pois geralmente leva-se algum tempo para a venda do imóvel. Imóveis de menor valor costumam ter mais liquidez do que imóveis mais caros.
Localização - Prefira os imóveis com fácil acesso a transporte público, principalmente metrô e ônibus. A proximidade com universidades, escolas, hospitais e comércios também facilita; Se o imóvel é comercial, o ideal é que esteja próximo a fóruns ou grandes centros comerciais.
Conservação - Observe o estado do imóvel e do condomínio como um todo. Pintura, piso, azulejos, áreas comuns (piscina, salão de festa, playground, churrasqueira) - tudo deve estar com a manutenção em dia.
Condomínio - Avalie o que o condomínio oferece de estrutura de lazer e o custo mensal. Taxas condominiais altas dificultam locações e vendas.
Tamanho - A tendência para locação residencial são imóveis de dois ou três dormitórios e área de lazer razoável. Para os comerciais, a opção deve ser pelos menores - em vez de um escritório de 500 m2, prefira cinco de 100m2, pois o risco de todos ficarem sem alugar ao mesmo tempo é bem menor.
Valor do imóvel - É mais fácil vender um imóvel de R$ 100 mil do que um de R$ 500 mil. Se for um investimento a longo prazo, como um apartamento na planta, o ideal é que as parcelas não ultrapassem 30% da renda familiar.
Vagas de garagem - Quanto mais vagas o imóvel tiver, melhor. Mas isso não significa que um imóvel sem garagem não seja interessante, depende da localização e proximidade com transporte público.
Andar do apartamento - Normalmente os andares mais altos são os mais valorizados.
Instalações - Para salas comerciais e escritórios, observe se as instalações têm acesso à internet e banda larga.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
O imóvel em um clique
Fonte Rafael Mouad
Redação Jornal da Comunidade
Basta dar um clique. Encontrar um imóvel está mais fácil a cada dia. Nem sair de casa é preciso. Ao acessar a internet, o cliente tem disponíveis diversas opções de empreendimentos para todos os gostos, prontos para morar. Embora a legislação brasileira não permita que a compra de um imóvel seja feita por completo pela internet, os interessados podem realizar quase todo o processo de compra, desde pesquisas de preços, conhecer os projetos e enviar os documentos necessários.
Hoje, as negociações realizadas por meio virtual correspondem em cerca de 30% das vendas do setor imobiliário. Para este ano, com a expectativa no aumento pela demanda na compra de imóveis, o acesso on-line promete seguir a maré e crescer 35% em negociações imobiliárias.
Outra característica que impulsiona as visitas e propostas de compras de empreendimentos pela internet são as constantes inovações e reformulações tecnológicas virtuais, possibilitando ao visitante maior facilidade e ferramentas disponíveis para encontrar o imóvel desejado.
O diretor-executivo do Grupo Lopes Royal, Marco Antônio Demartini, disse que o site de consultoria de imóveis da Lopes registra cerca de 1,2 milhão de visitas por mês. “Das visitas registradas, a taxa de conversão dos índices gerados soma entre 2% e 4%. Para o Grupo Lopes Royal, a internet se tornou ferramenta indispensável para os clientes, contemplando diferentes classes sociais. “Estamos sempre atualizando nosso sistema virtual para atender cada vez melhor os clientes. Nossa expectativa para 2010 é que o acesso on-line aumente ainda mais”, diz o empresário.
O primeiro vice-presidente da Sinduscon-DF, Júlio César Peres, considera a internet ferramenta importante para o comprador conhecer o imóvel. “Sem dúvida que o acesso virtual aos empreendimentos é uma vantagem tanto para o comprador como para as construtoras, pois facilita o contato entre ambos e aumenta a chance de negócios. A tendência é aumentar ainda mais o acesso virtual em busca da aquisição de um imóvel, completou o vice-presidente.
O advogado André Soares Marconi disse que adquiriu seu imóvel após acessar o site de construtoras filiadas à Caixa Econômica federal.
Fale com nossos corretores on-line.
Aqui você encontra as formas de contato com a equipe de vendas on-line do primeiroape e pode saber tudo sobre financiamentos, FGTS, vendas para o exterior, além de conhecer melhor o corretor que vai aproximar você do seu apartamento novo.
Nossa equipe de corretores on-line está à disposição para lhe atender e indicar o imóvel ideal para a sua necessidade.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Setor quer integrar mercado imobiliário de países de língua portuguesa
12/02/10 - A Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (Apemip) se reuniu, em 3 de fevereiro, com o Secovi-SP (Sindicato da Habitação) para propor a criação de uma confederação imobiliária entre os países de língua portuguesa. O intuito seria divulgar a oportunidade de investimentos imobiliários e criar uma base de dados dos imóveis oferecidos nos países lusófonos.
A ideia inicial para a criação da Confederação Imobiliária de Língua Oficial Portuguesa (Cimlop) é ter Portugal, Angola e Brasil como países fundadores. “Nossa ideia é firmar parcerias com entidades congêneres no Brasil, mas iniciamos este diálogo pelo Secovi-SP, dada sua importância e representatividade”, disse Luis Lima, presidente da Apemip, a fim de firmar as bases de uma estrutura que reúna associações empresariais do setor nos países de língua portuguesa. O presidente do Secovi-SP, João Crestana, afirmou o interesse em participar da organização da Confederação. “Vamos evoluir na proposta e iniciar imediatamente os estudos necessários”.
O presidente do Conselho Consultivo do Secovi-SP, Romeu Chap Chap, e coordenador estratégico da área de relações internacionais, avalia a proposta como extraordinária. “Trata-se do início de um trabalho que estava faltando”. Já Ricardo Yazbek, vice-presidente do Sindicato e presidente da Fiabci/Brasil, entende que se trata de uma importante união de esforços. “Quanto mais multiplicarmos a voz do mercado imobiliário, melhor. A Confederação pode estimular negócios e ser importante veículo em defesa do direito de propriedade”.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Lançamento do Fatto Morumbi em março de 2008.
A exatamente 2 anos atrás lançamos o empreendimento Fatto Morumbi.
Um tremendo sucesso de vendas, vendemos 100% do empreendimento em menos de 20 dias.
Veja o video feito no nosso stand de vendas:
Possuimos unidades a venda de clientes que querem repassar a divida. Tendo interesse, ou para maiores informações acesse: http://www.primeiroape.com.br/imovel.php?id=52
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Na esteira do metrô

EDSON VALENTE
EDITOR-ASSISTENTE DE IMÓVEIS
Se morar perto do metrô tornou-se um desejo frequente entre os paulistanos, 2010 promete um aquecimento dos mercados de imóveis novos e de usados em pontos da cidade de São Paulo que deverão ganhar novas estações.
Estão previstas nove inaugurações neste ano, sem contar as de monotrilho, segundo a Companhia do Metropolitano de São Paulo (veja mapa à pág. 4).
Sacomã (zona sul), Vila Prudente (zona leste), Butantã, Faria Lima (no trecho do largo da Batata) e Pinheiros (zona oeste) são as regiões em que os negócios imobiliários mais deverão sentir a chegada do metrô.
Para os incorporadores, áreas da cidade em desenvolvimento e com boa oferta de terrenos ficam ainda mais atrativas com o melhor acesso. Casos do Sacomã -onde a operação da nova estação já está em teste- e da Vila Prudente.
"Tornam-se locais para a classe média que não tem condições de comprar em bairros mais valorizados", define Emilio Fugazza, diretor da construtora Eztec. No Sacomã, a empresa lançou, em janeiro, 324 unidades de 69 m2 a 85 m2, de dois e de três quartos, com preços de R$ 240 mil a R$ 290 mil.
Mesmo quem não habita o distrito obtém vantagens com a nova estação. O estudante Filipe Rocha, 21, mora em São Caetano, município vizinho do Sacomã, e conta que chegará mais rapidamente da faculdade em que estuda, no Jabaquara.
"Dali costumo pegar o metrô até o Ipiranga e então um ônibus para a minha casa", diz. "Ao descer na estação Sacomã, vou economizar tempo no trajeto."
A valorização dos imóveis próximos ao metrô não ocorre apenas quando a estação fica pronta, explica João Crestana, presidente do Secovi-SP (sindicato do setor). "Isso [a alta de preços] não se reflete só na época da entrega, já impactou ao longo dos cinco ou dez anos anteriores a ela", estima.
Ajuste
"As melhorias vão sendo incorporadas aos valores a partir do momento em que são anunciadas. A valorização de 20% para um imóvel se divide em 2% na hora da aprovação, mais 2% quando a obra efetivamente começa e assim por diante. Ao final, resta um pequeno ajuste."
José de Albuquerque, diretor de incorporação da Brookfield Incorporações, enxerga um cenário diferente. "O anúncio de uma obra já traz de cara uma valorização de 10% aos lançamentos próximos", estima.
"Após a entrega da melhoria, o aumento chega a 30% ou 40%." Assim, se quem põe um imóvel à venda nesses trechos vê maiores possibilidades de ganho, quem procura um para comprar deve encontrar preços maiores daqui para a frente.
Estação é argumento de negócios
DA REDAÇÃO
"[O Butantã] já se valorizou, e não é de hoje. Há uma casinha para alugar em frente à minha por R$ 1.000, fora o IPTU [Imposto Predial e Territorial Urbano]", relata a designer de bijuterias Andrea Pereira, 30. "A dona argumenta que logo será inaugurada a estação do metrô, a dez ou 15 minutos dali."
A percepção de Andrea -que também comemora a proximidade da inauguração, pois chegará mais facilmente à casa do namorado, que vive em Santana (zona norte)- reflete o movimento do mercado imobiliário provocado pela melhoria na rede de transportes.
A incorporadora Brookfield espera o efeito do surgimento da estação nas vendas de um empreendimento na rodovia Raposo Tavares. "Valorizará um lançamento nosso no km 18", afirma José de Albuquerque, diretor de incorporação.
O Oásis Living Club deverá ser entregue em três anos. Serão 356 apartamentos de 77 m2, 90 m2 e 108 m2 privativos, três ou quatro quartos e preços de R$ 250 mil a R$ 380 mil.
Embora o Plano Regional Estratégico da Subprefeitura Butantã proponha que a linha do metrô chegue até a Raposo Tavares, a Companhia do Metropolitano de São Paulo, por sua assessoria de imprensa, diz que isso não está previsto em seu plano de expansão.
O entorno do metrô da Vila Prudente, na zona leste, é outro alvo da Brookfield.
"A 50 metros da estação, lançaremos, até o meio do ano, apartamentos de 80 m2 e três dormitórios, com preço em torno de R$ 300 mil", dimensiona Albuquerque. "Esperamos ali compradores da classe média em busca do primeiro ou do segundo imóvel", define.
Em Pinheiros (zona oeste), o principal foco do mercado é o largo da Batata, onde, neste ano, deve começar a funcionar uma nova estação de metrô. Também está previsto o término de obras de reurbanização.
Comerciais
A tendência ali é surgirem empreendimentos de salas comerciais. "Lançamos o Boutique Offices, muito procurado por causa da estação na rua dos Pinheiros", cita Fabio Romano, diretor de incorporação da Yuny Incorporadora. São conjuntos de 36 m 2 a 46 m2.
Para Romano, a maior valorização ocorre quando a estação fica pronta. "O preço do metro quadrado de um comercial chega a dobrar." (EV)
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Governo anuncia R$ 3 bilhões para a casa própria
Mariana Londres, do R7 em Brasília
O governo federal assinou nesta terça-feira (12) a liberação de R$ 2 bilhões de recursos do FGTS para o programa pró-moradia, do PAC (Plano de Aceleração do Crescimento), e de R$ 1 bilhão em subsídios para ampliação do Programa Minha Casa, Minha Vida. A assinatura foi feita em solenidade com a presença do presidente Lula, ministros, governadores e prefeitos.
Os subsídios para o Minha Casa, Minha Vida serão destinados a 2.014 municípios com menos de 50 mil habitantes.
O objetivo do governo é ampliar o programa para as famílias com renda de até três salários mínimos, ou R$ 1.395, faixa que concentra 90% do déficit habitacional, mas que até o fim de dezembro havia registrado menos da metade das operações de financiamento no programa - em comparação com as famílias com renda entre três e dez salários.
O presidente Lula disse em discurso improvisado que o governo quer aumentar os programas de habitação.
- Eu falo para a Dilma, eu fui jogador de futebol e quase fui um dos bons. E eu sou da filosofia que time não pode ir para retranca porque fez 1 a 0. Se a gente já fez 200 casas, tem que se preparar para fazer mais. Eu nunca estou satisfeito com os números, sempre quero mais.
O programa, lançado em abril do ano passado e com prazo para terminar em 2010, tem o objetivo de construir um milhão de casas para famílias com renda entre zero e dez salários mínimos. Mas até o fim do ano passado, os contratos fechados chegavam a 250 mil unidades, ou 25% da meta estabelecida até o fim de 2010. O ministro das cidades, Márcio Fortes, falou durante a solenidade:
- A proposta de um milhão de unidades não tem prazo. O balanço de até 24 de dezembro contabiliza 250 mil unidades contratadas e um total de 600 mil unidades para serem contratadas. Agora vamos ampliar o programa o que vai beneficiar famílias com renda mais baixa, com subsídios de R$ 12 mil a R$ 16 mil reais.
O ministro ressaltou ainda que 176 das propostas contempladas são de municípios em calamidade pública,como por exemplo,34 municípios do estado de Santa Catarina.
Pelo Pró-Moradia, 54 propostas do PAC foram selecionadas, e vão beneficiar 118 mil famílias em 32 municípios de 13 Estados. A maior parte dos recursos do orçamento da União vai para a região Nordeste. A ministra chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, falou sobre as novas fases dos dois programas.
- Se houvesse investimentos em moradia ao longo de vários anos não teríamos o déficit habitacional e as condições de vida precárias. Essas populações são o foco desses dois projetos, que estão em fase final de contratação. Antes se fazia casas a conta-gotas, hoje podemos dar casa para a população brasileira.
domingo, 23 de agosto de 2009
As Maiores imobiliárias do Mercado Brasileiro

Os imóveis brasileiros são subavaliados e o preço do metro quadrado em São Paulo chega a custar metade do valor praticado nos Estados Unidos
SÃO PAULO - Os imóveis brasileiros são subavaliados e o preço do metro quadrado em São Paulo chega a custar metade do valor praticado nos Estados Unidos.
A avaliação é do economista norte-americano Lawrence Yun, palestrante durante a Convenção Secovi 2008.
"Com um grande déficit habitacional e crescimento da classe média, o Brasil necessita de medidas políticas sociais. A desigualdade é muito grande. Com estímulo ao crescimento econômico, haverá ascensão social e, conseqüentemente, compra de moradias. A hipoteca no Brasil não é o que poderia ser", disse Yun.
Características do crescimento:
O economista explica que as conseqüências de uma economia em crescimento são as aspirações por mudanças de vida, mais trabalho e poupança e, para ele, a primeira casa é um impulso para a troca por outra melhor. Segundo Yun, nos Estados Unidos, a mobilidade social é constante e as famílias mudam de moradia a cada sete anos.
"No Brasil isso não existe, não sei se por obstáculos do governo ou se pelo valor do pagamento antecipado da moradia, que é muito alto. Não copiem o modelo do subprime norte-americano, mas permitam que mais pessoas da classe média obtenham crédito", afirmou.
Yun também avalia que o índice de liberdade econômica no Brasil ainda é baixo, em comparação com a maioria dos países. "O Chile tem um nível de liberdade econômica maior que o de vocês. Isso dá espaço para o fortalecimento do direito de propriedade e permite que a economia avance mais rápido. Estou bastante otimista com as oportunidades do Brasil", declarou.
Destaque do BRIC:
Para Lawrence Yun, o Brasil supera Rússia, China e Índia em termos de oportunidades para investimentos no mercado imobiliário, apesar de "ainda ser necessário desenvolver uma base mais sólida para conter possíveis riscos econômicos". Ele elogiou, dentre outros fatores, a liberdade política no País, além da aceitação da população referente ao governo e à administração pública."
O Brasil está à frente. Não é possível compreender o risco na Rússia; na China há forte controle governamental sobre o direito de propriedade - após 40 anos de locação, o imóvel é retomado pelo governo; e na Índia há forte predominância de uma classe intelectual que mantém viva a filosofia de que o governo deve interferir em algumas atividades privadas, apesar de viverem uma democracia", analisou. Além disso, segundo ressaltou, não há estrangeiros que queiram comprar imóveis de segunda residência na China, e na Índia isso é proibido. "O Brasil, assim como os Estados Unidos e a Espanha, está aberto aos investimentos", concluiu.
sábado, 15 de agosto de 2009
O Valor de um Imóvel, como calcular???
Com mais precisão, chega-se à composição do valor de um imóvel novo pelo custo do terreno e da obra, pela área que ocupa, por sua destinação e por suas qualidades, em que se incluem a localização, a construção, o acabamento e as benfeitorias. A tudo isso se soma, claro, o ganho de quem o construiu e vendeu.
Em geral, o “custo” da área útil (a quantidade de metros quadrados apenas da unidade habitacional, sem contar as áreas comuns, como elevadores, hall social e lazer) é a informação que interessa na hora da compra. Isso apesar de, obviamente, o custo de todos aqueles equipamentos estar incluído “no pacote”. Mesmo porque não é possível adquirir um apartamento sem que se leve de quebra para casa também a área comum.
Valorização e depreciação
Passa o tempo, e a casa, o apartamento ou o terreno que eram muito valorizados podem perder o valor por uma série de motivos: o mau uso, a falta de conservação ou o fato de o próprio lugar que ocupam ter sofrido degradação socioeconômica e não mais atrair o interesse das pessoas. É a depreciação.
Ao contrário, outro lugar pode ter sido revitalizado, ou de novos empreendimentos, investimentos privados ou públicos, ou por melhoramentos urbanísticos e arquitetônicos. É a valorização. É um ciclo eterno.
O que compõe o preço:
Localização: uma mesma rua pode ter pontos com características bem diversas e até opostas.
Construção: o tipo de material empregado na obra e no acabamento ajuda a compor o preço.
Idade: imóveis mais antigos costumam sofrer uma depreciação maior do que os novos, da mesma maneira que ocorre com os automóveis.
Benfeitorias: reformas e ampliações projetadas por bons arquitetos que utilizem material de qualidade elevam naturalmente o valor do imóvel, ao contrário, por exemplo, de uma divisória feita sem bom planejamento e com sobras de outras reformas.
Movimento do mercado: uma área que era cheia de atrativos, tanto econômicos quanto sociais, pode decair aos poucos, por causa da falta de investimentos em melhorias, por não despertar mais o interesse do público, porque a população não se renovou, porque a qualidade dos estabelecimentos que serviam o bairro se deteriorou etc.O movimento de mercado contrário –oferta de qualidade e procura em alta– e o empenho de grupos ou da comunidade local pode provocar a vitalização ou revitalização de uma localidade.
A flutuação de preços é típica do mercado imobiliário. Quem trabalha com imóveis, é analista ou investidor no setor vê essa realidade dia a dia. Um bom indicador é o sobe-e-desce do preço médio do metro quadrado residencial e comercial, que ainda não recuperou os valores dos primeiros sete anos da última década.
Fonte: Guia Folha
Cyrela vê maior fatia de segmento econômico no negócio
De acordo com a Cyrela, a participação da Living, braço da maior incorporadora do país para o segmento imobiliário econômico, nas vendas totais deverá ficar entre 30 e 35 por cento neste ano e subir para 40 a até 50 por cento em 2010.
"A Living tem mostrado em agosto de 2009 vendas mais quentes do que no período pré-crise, como julho de 2008", disse o presidente e controlador da Cyrela, Elie Horn, em teleconferência com analistas.
A expansão das vendas da empresa controlada vem na esteira, principalmente, do lançamento do programa "Minha Casa, Minha Vida", que prevê 34 bilhões de reais para a construção de 1 milhão de moradias. Em 2009, dois terços dos lançamentos da Living deverão se enquadrar no programa.
Para este ano, a empresa prevê lançamentos entre 4,6 bilhões e 5,1 bilhões de reais, com projeção de vendas nesse mesmo intervalo. Para 2010, a expectativa é de lançamentos de 6,9 bilhões a 7,1 bilhões, com crescimento de 50 por cento e vendas entre 6,2 bilhões e 6,9 bilhões de reais, uma alta de 35 por cento.
A parcela da companhia nesses empreendimentos nos dois anos, no conjunto, é de 70 a 75 por cento no caso de lançamentos e de 73 a 77 por cento nas vendas.
Conforme a Cyrela, a melhora do cenário econômico possibilitou a retomada da prática de fornecer orientações sobre resultados. "As vendas melhoraram, principalmente a partir de abril, diante dos patamares atuais de inflação e dos juros, que são os mais baixos dos últimos 50 anos", afirmou Horn.
A construtora informou ainda que projeta para o atual exercício margem bruta global entre 35 e 39 por cento, margem Ebitda global entre 21 e 25 por cento e margem líquida global entre 14 e 16 por cento.
MARGENS MELHORES NA LIVING
Segundo o diretor-geral da Living, Antonio Guedes, as margens da empresa, cujo segmento de atuação embute rentabilidade inferior, têm sido melhores do que o esperado. Dessa forma, não devem pressionar o indicador global de rentabilidade da empresa à medida que cresce a participação do segmento econômico nas vendas totais.
Além das estimativas, a Cyrela informou ainda que pretende fechar neste terceiro trimestre captação de 350 milhões de reais, sem fornecer mais detalhes sobre a operação.
Questionado sobre a capacidade financeira da empresa para fazer frente aos lançamentos estimados para este ano e 2010, o diretor financeiro e de Relações com Investidores da construtora, Luis Largman, afirmou que a empresa, antes da crise, projetava crescimento da mesma magnitude, de forma que sua estrutura é adequada.
"Temos essa captação de 350 milhões de reais que ocorrerá no terceiro trimestre e eventualmente podemos fazer alguma outra operação nessa linha", comentou.
A Cyrela anunciou na madrugada desta sexta-feira que teve lucro líquido de 157,07 milhões de reais no segundo trimestre, acima dos 94,03 milhões de reais registrados um ano antes. O Ebitda da empresa de abril a junho foi de 209,4 milhões de reais, contra 152,86 milhões em igual período do ano passado.
As vendas contratadas da companhia no trimestre ficaram 839,8 milhões de reais, 63,9 por cento abaixo do verificado no mesmo intervalo de 2008, porém 67,4 por cento superior ao registrado nos três primeiros meses do ano.
Analistas consultados pela Reuters esperavam, em média, lucro líquido de 118,7 milhões de reais para o segundo trimestre da Cyrela. As ações da companhia caíam 3,66 por cento às 12h26, ante queda de 1,54 por cento do Ibovespa.

