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terça-feira, 1 de junho de 2010

Minha casa, minha vida poderá ter imóvel usado

O governo federal estuda incluir os imóveis usados no programa “Minha casa, minha vida”, transferindo para as unidades de segunda mão os mesmos incentivos concedidos para os imóveis novos, como subsídio (desconto), fundo garantidor e redução dos custos cartorários e de seguro. A ideia partiu do Conselho Federal dos Corretores de Imóveis (Cofeci), que enviou as reivindicações diretamente ao presidente Lula.

Segundo o vice-presidente do Cofeci, José Augusto Viana Neto, o Brasil tem quatro milhões de residências usadas disponíveis para ocupação imediata e que poderiam ser colocadas à disposição da população que procura moradias de até R$ 130 mil, teto dos imóveis incluídos no programa.

— Esse não é um pleito corporativo, mas uma reivindicação que atende a sociedade. O “Minha casa, minha vida” foi criado para ajudar a economia a se aquecer num momento de crise. O problema passou e agora as pessoas que precisam de moradia imediatamente merecem esse respeito. As condições atuais de financiamento dos imóveis usados não são convidativas como as oferecidas aos novos — disse Neto.

Teto mais alto

Ontem, também durante o Enbraci, a chefe do departamento de Produção Habitacional do Ministério das Cidades, Marta Garske, afirmou que a proposta está sendo estudada entre as várias mudanças que poderão fazer parte do chamado “Minha casa, minha vida 2”. O valor máximo dos imóveis financiados para as regiões metropolitanas e as demais cidades (no Rio é de R$ 130 mil) é outra alteração que poderá ocorrer na segunda fase do programa.

Novo índice para o mercado imobiliário

SÃO PAULO (Reuters) - O Índice Brasileiro de Rentabilidade Imobiliária (Ibri), desenvolvido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) para medir o rendimento dos investimentos em imóveis no país, deve entrar em operação no segundo semestre deste ano.

Encomendado à FGV pela Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Privada (Abrapp), o índice trimestral permitirá a comparação da rentabilidade do mercado imobiliário em relação a outros ativos -inclusive do próprio segmento- ou a de determinada carteira de um fundo em relação ao mercado como um todo, conforme o pesquisador e responsável pelo desenvolvimento do índice na FGV, Paulo Pichetti.

"O Ibri é o índice que falta na economia brasileira... não há índice de preços e rentabilidade reais para o setor imobiliário", disse ele nesta segunda-feira, em evento na sede do Secovi-SP, sindicato que representa o setor imobiliário na capital paulista.

Com base em índices semelhantes nos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Canadá, Nova Zelândia, África do Sul e Japão, Pichetti afirmou que a ausência de um indicador na América Latina é vista como um ponto fraco por potenciais investidores no mercado brasileiro.

Segundo o pesquisador, o Ibri tem a proposta de ser equivalente ao Ibovespa, principal índice acionário da Bovespa.

"Esperamos a implementação (do índice) no início do segundo semestre... estamos estudando a proposta de criação de um Conselho Diretor, buscando transparência, e a inclusão de imóveis residenciais, não só de comerciais", acrescentou, ressaltando que esta é uma demanda antiga do setor.

Responsável pela encomenda do índice, a coordenadora da Comissão de Investimentos Imobiliários da Abrapp, Carla Safady, assinalou que, ao ajudar o investidor estrangeiro que busca ingressar no mercado imobiliário brasileiro, o Ibri pode elevar o setor a outro patamar.

"A ideia é que todos os agentes do mercado imobiliário deem sua contribuição para finalmente termos um índice de referência e transparência", disse ela.

O Ibri foi elaborado pela FGV com base nas informações dos 156 imóveis que pertencem aos fundos de pensão da Abrapp.

(Reportagem de Vivian Pereira)

sábado, 15 de maio de 2010

Pesquisa Aponta que 40% dos Brasileiros Querem Trocar de Lar

O perfil do lar brasileiro está em ampla mudança, de acordo com a pesquisa de perfil dos imóveis brasileiros da Cetelem. De acordo com os dados, 40% dos brasileiros gostariam de mudar de moradia.

Entre os insatisfeitos com a própria casa, e aqueles que mesmo satisfeitos gostariam de mudar de casa, as razões declaradas para não fazer isso são falta de dinheiro e o fato de não terem encontrado um local adequado. A pesquisa também indica que mais de 70%, declara morar em casa própria.

De acordo com o documento, a casa brasileira é composta por três cômodos (o quarto, a cozinha e o banheiro) que se encontram presentes em quase 100% dos casos. Os demais cômodos variam diretamente com a renda e a classe social, como sala de estar, jantar, varanda, quintal, entre outros.

Além disso, 25% dos brasileiros declararam sua preferência pelo quarto, seguido da cozinha, com 16% e da sala de TV com 11%. As razões para essas preferências podem ser encontradas em dimensões socioculturais claras, pois são espaços no qual estão inscritos os símbolos da identidade social de cada família e principalmente dos donos da casa.

Quando se verificam os cômodos menos valorizados pelos brasileiros e nos quais não se pretende fazer reforma, a sala de jantar aparece como uma das campeãs. A tendência que se verifica é: como um local importante na casa brasileira, a sala de jantar parece estar perdendo espaço para os outros cômodos “nobres” e “sociais” da casa, como sala de estar e quarto.

Essa perda de prestígio da sala de jantar segue uma tendência mundial. Em muitos países, como a Inglaterra, móveis para esse cômodo praticamente não são mais vendidos. No entanto, a valorização da varanda, um espaço de lazer, tem contribuído para “comer ao ar livre”, principalmente nas camadas médias e altas da população brasileira.

De modo geral, os brasileiros não mostram grande intenção de fazer reformas em suas casas se considerarmos o total de respostas. Apenas 20% declaram ter intenção de fazê-las. Quando o brasileiro faz reforma, de acordo com os dados, ele o faz paulatinamente, um cômodo por vez.

A mesma relação ocorre no caso da frequência da reforma, que é diretamente proporcional à renda. As classes A/B afirmam reformar anualmente a sua casa em quase o dobro dos casos, 32%, comparativamente ao segmento D/E, 17%.

Além disso, quando pretendem fazer reformas, os brasileiros não têm o hábito de procurar fontes especializadas, como decoradores, arquitetos e revistas, para orientá-los nesse processo. Para todos os grupos considerados, a consulta a essas fontes especializadas não ultrapassa a média de 10% dos respondentes. As pessoas que mais o fazem são as dos segmentos mais altos da pirâmide socioeconômica.

- Agência IN

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Em off

Não param de chegar propostas a Andres Sanches para a construção do estádio.
A última foi levada pelo conselheiro Edgar Soares, que em 2007 já apresentara outra oferta, que não vingou porque o terreno na Vila Maria não foi comprado. A nova tem como protagonista a construtora alemã Hochtief, com interesse em levantar um estádio de olho na Copa de 2014.
A ideia de Soares era apresentá-la ontem à noite a membros do Conselho do Corinthians.
Além desta, outras três estão na mesa do presidente corintiano: esboço feito pela Odebrecht, outra capitaneado pelo Grupo Gafisa e o Banco Banif e a que menos empolga, a do Grupo Advento.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Mercado Imobiliário é tema de palestra

Nesta sexta-feira (9), o diretor da Lopes Pernambuco Consultoria de Imóveis, Anderson Dieguez, fala sobre o tema no auditório da unidade Recife, às 8h. A palestra é direcionada às turmas do 2° e 5° período MA.
Como se encontra o cenário no Mercado Imobiliário e quais as perspectivas para o Estado de Pernambuco? Essa e outras perguntas serão respondidas durante palestra nesta sexta-feira (9), às 8h, no auditório da unidade Recife da Joaquim Nabuco. A palestra é voltada para os alunos dos 2° e 5° período manhã do curso de Administração da Nabuco e será ministrada pelo diretor da Lopes Pernambuco Consultoria de Imóveis, Anderson Dieguez. As inscrições para a palestra podem ser feitas na coordenação do curso ou no dia da palestra.
Por: Isabel França (23/03/10)

terça-feira, 30 de março de 2010

Palestra Lopes no Recife

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO PROMOVE PALESTRA SOBRE MERCADO IMOBILIÁRIO

O sonho da casa própria e os novos modelos de financiamento têm alimentado o mercado de imóveis. Nos últimos anos houve um frenético movimento na área. Segundo dados levantados na Pesquisa de Indicadores de Velocidade de Vendas (IVV) – estudo conduzido pela Unidade de Pesquisas Técnicas da Fiepe, com o apoio do Sinduscon/PE, Secovi/PE e Ademi/PE -, em 2009 o mês de dezembro bateu recorde de vendas superando o mesmo período em pesquisas realizadas desde 1995

Para discutir o assunto, o curso de Administração da Barros Melo realiza a palestra Mercado Imobiliário: Abordagem Micro e Macro Econômica e Perspectivas para o Estado de Pernambuco. O evento, gratuito e aberto ao público, acontece em 15/04/2010, a partir das 20h, no cineteatro da Barros Melo. Interessados podem se inscrever no site.

À frente do encontro está Anderson Dieguez, Administrador de Empresas, Diretor Geral de Vendas da Lopes Pernambuco. “Estamos vivendo um “boom” no segmento imobiliário, seguido de inúmeras mudanças e reformulações na forma de se fazer negócio nessa área. Por isso, as práticas de gestão vêm sendo cada vez mais aprimoradas para se atender às expectativas do público consumidor, e, principalmente, para se manter competitivo em relação à concorrência, comenta Dieguez.

Conteúdo da palestra

- Visão do Mercado Imobiliário e as oportunidades de negócios
- O cenário do segmento em Pernambuco
- A Marca Lopes / Estrutura Operacional
- Comprometimento e Acompanhamento
- Captação de Clientes e Tecnologia
- Business Inteligence / Unidade Lopes Pernambuco / Unilopes
- Expertise

Mais sobre IVV

Os indicadores são produzidos, mensalmente, a partir de pesquisa direta conduzida pela Unidade de Pesquisas Técnicas da Fiepe. O plano de cobertura amostral corresponde a mais de 80,0% do total de ofertas disponíveis no mercado imobiliário do Grande Recife. Confira a pesquisa completa no http://www.ademi-pe.com.br/mercado_imobiliario/index.html.

Serviço:
Palestra Mercado Imobiliário: Abordagem Micro e Macro Econômica e Perspectivas para o Estado de Pernambuco
Data: 15/04/2010
Horário: a partir das 20h
Local: cineteatro da AESO-Barros Melo
Valor: Gratuito

sábado, 27 de março de 2010

Conselho Curador do FGTS reduz taxa cobrada na compra de imóvel à vista

As taxas cobradas dos trabalhadores que usam o FGTS para comprar imóvel à vista vão ficar menores dentro de 60 dias. Hoje, o pacote de tarifas pagas aos agentes financeiros, por orientação aos trabalhadores em conferência de documentos, consulta de habilitação ao saque, contratos de compra e venda, entre outros - chega a R$ 3 mil, dependendo do relacionamento do cliente com o banco.

Mas o Conselho Curador do FGTS aprovou ontem voto da Caixa Econômica Federal que derruba esses custos para o teto de R$ 800, no caso das compras de imóveis considerados populares (até R$ 130 mil) e de R$ 1.600 para imóveis entre R$ 130 mil e R$ 500 mil. Em muitos casos, o pagamento dessas taxas de intermediação pode inviabilizar o uso dos recursos do FGTS. É o caso de um trabalhador que tenha apenas R$ 3 mil depositados na conta, por exemplo, e tenha que pagar R$ 1 mil, ou seja, 30% do total aplicado, por todas as análises e documentos. Nesses casos, os especialistas vinham aconselhando as pessoas a deixarem os recursos no Fundo para usar em uma outra oportunidade. A medida deve aumentar o potencial de compradores de imóveis com recursos do FGTS à vista, porque esses custos inibiam várias operações, por pesarem no bolso do trabalhador, disse o vice-presidente de Fundos de Governos e Loterias, Wellington Moreira Franco. Levantamento mostrou que tarifas poderiam ser menores Para promover a redução, foram retirados alguns serviços do pacote tradicional.
Na faixa popular, por exemplo, a obrigatoriedade de avaliação de um engenheiro para chegar à comprovação do preço do imóvel já não será mais necessária. A comprovação do valor poderá se dar com a apresentação do IPTU ou declaração da prefeitura de que o imóvel está em área social. O comprador também deverá apresentar uma declaração de que fará uso residencial do local. A exigência da avaliação do engenheiro continua sendo obrigatória para a aquisição com recursos do FGTS à vista de imóveis entre R$ 130 mil e R$ 500 mil. Segundo Moreira Franco, a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), que também participa do voto, fez um levantamento das tarifas cobradas das instituições financeiras e constatou que o sistema pode cobrar esses valores mais baixos.
A discussão sobre os custos para a compra de imóveis com dinheiro do FGTS não é nova. Mas ninguém queria fixar uma tarifa a ser cobrada das instituições financeiras. O Banco Central (BC) também evitou se envolver. O Conselho Curador resolveu enfrentar a questão. E a Caixa apresentou o voto, disse Franco.
Fonte: O Globo

quinta-feira, 25 de março de 2010

Construtora vai dar hoje um apartamento no BBB10 para o lider!

Em ação inédita, construtora presenteará o novo líder com imóvel no valor de R$ 200 mil

Para estrear a sua participação no programa Big Brother Brasil 10, a construtora Rossi vai dar de presente ao novo líder do programa, um apartamento no valor de R$ 200 mil. O vencedor da liderança e ganhador do imóvel, será conhecido na quinta-feira 25, após a prova do líder. Na tarefa os participantes terão que acertar a porta e a janela premiada, entre as diversas fachadas que serão construídas no gramado da casa.

Além de um apartamento na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro para o novo líder, a construtora presenteará todos os outros brothers com um vale Rossi no valor de R$15mil para a compra de qualquer imóvel da Rossi em todo Brasil.

A ação foi desenvolvida pela Leo Burnett e marca uma série de acontecimentos que a Rossi está preparando para 2010, com o objetivo de celebrar seus 30 anos.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Preço do M2 dobra em seis anos

O preço do metro quadrado em São Paulo dobrou nos últimos seis anos. o que mostra a comparação feita pelo DI RIO da pesquisa mensal sobre valores de imóveis que o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) realiza na cidade.
Para o presidente da instituição' José Augusto Viana Neto, o aumento do valor representa o maior poder de compra da população. Por isso, está mais caro comprar e alugar imóveis usados. Diversos fatores influenciam o aumento (ou a redução) de preços, como a proximidade de uma estação de metrô.
Na pesquisa mensal do Creci, os bairros são divididos em cinco zonas, sendo que a Zona A concentra os mais caros (Jardim Paulista e Campo Belo, por exemplo) e a Zona E, os mais baratos (Ermelino Matarazzo e ltaim Paulista, entre outros).
Em novembro de 2009, um apartamento de padrão médio (em prédios que têm de duas a quatro unidades por andar e armários modulados, por exemplo) com oito a 15 anos de uso
em um bairro da Zona C (Jabaquara, Santa Cecilia, Ipiranga, Horto Florestal e Tatuapé, entre outros) tinha metro quadrado avaliado em R$ 2.744,05. Em novembro de 2003, o m2 de um imóvel nas mesmas condições era avaliado em R$ 1.325,20.

A mesma comparação mostra que em novembro de 2003, aproximadamente 21,5% dos imóveis vendidos na cidade custava de R$ 41 mil a R$ 60 mil.

Os imóveis com valor superior a R$ 200 mil representavam cerca de 13,5% das vendas. Em 2009, a maior parte dos imóveis vendidos na capital paulista custava mais R$ 200 mil.
A valorização não vale só para venda. Em novembro de 2003, alugar um apartamento de dois dormitórios em um bairro na Zona E custava R$ 349,17, em média. O aluguel de um imóvel nas mesmas condições, na mesma região, valia R$ 608,33 seis anos depois.
Viana afirma, porém, que a valorização não é resultado da especulação imobiliária, como aconteceu em 2008 nos Estados Unidos. "Nosso mercado é sólido e tem mais credibilidade. E os preços não estão sobrevalorizados, porque também avaliamos os descontos praticados. Os abatimentos mostram que, se o dono pede um valor muito alto pelo imóvel, o mercado ajusta esse preço'; afirma.
De acordo com a gerente geral de locação e vendas da Lello Imóveis, Roseli Hernandes, a valorização também é grande entre apartamentos de um ou dois dormitórios, que têm alta procura. O tamanho, contudo, não é o único fator de valorização, segundo Roseli. Ela afirma que a proximidade de estações de metrô também elevam os preços.
"Só de ouvir falar, o preço sobe. A Vila Prudente (na Zona Leste) está sofrendo valorização desde que foi anunciada uma estação naquela região': afirma.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Saiba o que considerar na hora de comprar imóvel para investimento

Investimento em um bem imóvel, seja residencial ou comercial, para locação ou venda, é uma alternativa segura e de ganho financeiro com valorização a médio e longo prazo.

Para os que procuram um investimento seguro, a aquisição de imóveis tem se mostrado uma boa opção. Ao contrário da instabilidade do mercado de ações, investir em imóvel, seja residencial ou comercial, para locação ou venda, é uma alternativa segura e de ganho financeiro com valorização a médio e longo prazo.

“Quando se aplica em imóvel você pode ter a certeza de que não perderá o valor real da propriedade, ao contrário do que ocorre com os fundos de ações, que podem ter um ganho maior e mais rápido, mas à custa de um grande risco”, diz Roberto Akazawa, gerente de Economia e Estatística do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi).

Mas que fatores considerar na hora de adquirir um imóvel para investimento?

Liquidez - Especialistas do setor alertam, entretanto, que o investimento não deve ser encarado como uma decisão de impulso. O recomendado é avaliar as vantagens e desvantagens da compra. Um dos pontos a se considerar é a liquidez, pois geralmente leva-se algum tempo para a venda do imóvel. Imóveis de menor valor costumam ter mais liquidez do que imóveis mais caros.

Localização - Prefira os imóveis com fácil acesso a transporte público, principalmente metrô e ônibus. A proximidade com universidades, escolas, hospitais e comércios também facilita; Se o imóvel é comercial, o ideal é que esteja próximo a fóruns ou grandes centros comerciais.

Conservação - Observe o estado do imóvel e do condomínio como um todo. Pintura, piso, azulejos, áreas comuns (piscina, salão de festa, playground, churrasqueira) - tudo deve estar com a manutenção em dia.

Condomínio - Avalie o que o condomínio oferece de estrutura de lazer e o custo mensal. Taxas condominiais altas dificultam locações e vendas.

Tamanho - A tendência para locação residencial são imóveis de dois ou três dormitórios e área de lazer razoável. Para os comerciais, a opção deve ser pelos menores - em vez de um escritório de 500 m2, prefira cinco de 100m2, pois o risco de todos ficarem sem alugar ao mesmo tempo é bem menor.

Valor do imóvel - É mais fácil vender um imóvel de R$ 100 mil do que um de R$ 500 mil. Se for um investimento a longo prazo, como um apartamento na planta, o ideal é que as parcelas não ultrapassem 30% da renda familiar.

Vagas de garagem - Quanto mais vagas o imóvel tiver, melhor. Mas isso não significa que um imóvel sem garagem não seja interessante, depende da localização e proximidade com transporte público.

Andar do apartamento - Normalmente os andares mais altos são os mais valorizados.

Instalações - Para salas comerciais e escritórios, observe se as instalações têm acesso à internet e banda larga.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

O imóvel em um clique

Uso da internet invade o setor imobiliário. A rede facilita a vida de quem deseja investir nesse mercado ou adquirir a casa própria. Site de consultoria registra 1,2 milhão de visitas por mês
Fonte Rafael Mouad
Redação Jornal da Comunidade

Basta dar um clique. Encontrar um imóvel está mais fácil a cada dia. Nem sair de casa é preciso. Ao acessar a internet, o cliente tem disponíveis diversas opções de empreendimentos para todos os gostos, prontos para morar. Embora a legislação brasileira não permita que a compra de um imóvel seja feita por completo pela internet, os interessados podem realizar quase todo o processo de compra, desde pesquisas de preços, conhecer os projetos e enviar os documentos necessários.


Hoje, as negociações realizadas por meio virtual correspondem em cerca de 30% das vendas do setor imobiliário. Para este ano, com a expectativa no aumento pela demanda na compra de imóveis, o acesso on-line promete seguir a maré e crescer 35% em negociações imobiliárias.


Outra característica que impulsiona as visitas e propostas de compras de empreendimentos pela internet são as constantes inovações e reformulações tecnológicas virtuais, possibilitando ao visitante maior facilidade e ferramentas disponíveis para encontrar o imóvel desejado.


O diretor-executivo do Grupo Lopes Royal, Marco Antônio Demartini, disse que o site de consultoria de imóveis da Lopes registra cerca de 1,2 milhão de visitas por mês. “Das visitas registradas, a taxa de conversão dos índices gerados soma entre 2% e 4%. Para o Grupo Lopes Royal, a internet se tornou ferramenta indispensável para os clientes, contemplando diferentes classes sociais. “Estamos sempre atualizando nosso sistema virtual para atender cada vez melhor os clientes. Nossa expectativa para 2010 é que o acesso on-line aumente ainda mais”, diz o empresário.


O primeiro vice-presidente da Sinduscon-DF, Júlio César Peres, considera a internet ferramenta importante para o comprador conhecer o imóvel. “Sem dúvida que o acesso virtual aos empreendimentos é uma vantagem tanto para o comprador como para as construtoras, pois facilita o contato entre ambos e aumenta a chance de negócios. A tendência é aumentar ainda mais o acesso virtual em busca da aquisição de um imóvel, completou o vice-presidente.


O advogado André Soares Marconi disse que adquiriu seu imóvel após acessar o site de construtoras filiadas à Caixa Econômica federal.


Fale com nossos corretores on-line.

Aqui você encontra as formas de contato com a equipe de vendas on-line do primeiroape e pode saber tudo sobre financiamentos, FGTS, vendas para o exterior, além de conhecer melhor o corretor que vai aproximar você do seu apartamento novo.

Nossa equipe de corretores on-line está à disposição para lhe atender e indicar o imóvel ideal para a sua necessidade.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Setor quer integrar mercado imobiliário de países de língua portuguesa

Objetivo é divulgar oportunidades de investimento e criar base de dados dos imóveis oferecidos por esses Países.

12/02/10 - A Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (Apemip) se reuniu, em 3 de fevereiro, com o Secovi-SP (Sindicato da Habitação) para propor a criação de uma confederação imobiliária entre os países de língua portuguesa. O intuito seria divulgar a oportunidade de investimentos imobiliários e criar uma base de dados dos imóveis oferecidos nos países lusófonos.

A ideia inicial para a criação da Confederação Imobiliária de Língua Oficial Portuguesa (Cimlop) é ter Portugal, Angola e Brasil como países fundadores. “Nossa ideia é firmar parcerias com entidades congêneres no Brasil, mas iniciamos este diálogo pelo Secovi-SP, dada sua importância e representatividade”, disse Luis Lima, presidente da Apemip, a fim de firmar as bases de uma estrutura que reúna associações empresariais do setor nos países de língua portuguesa. O presidente do Secovi-SP, João Crestana, afirmou o interesse em participar da organização da Confederação. “Vamos evoluir na proposta e iniciar imediatamente os estudos necessários”.

O presidente do Conselho Consultivo do Secovi-SP, Romeu Chap Chap, e coordenador estratégico da área de relações internacionais, avalia a proposta como extraordinária. “Trata-se do início de um trabalho que estava faltando”. Já Ricardo Yazbek, vice-presidente do Sindicato e presidente da Fiabci/Brasil, entende que se trata de uma importante união de esforços. “Quanto mais multiplicarmos a voz do mercado imobiliário, melhor. A Confederação pode estimular negócios e ser importante veículo em defesa do direito de propriedade”.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Lançamento do Fatto Morumbi em março de 2008.

A exatamente 2 anos atrás lançamos o empreendimento Fatto Morumbi.

Um tremendo sucesso de vendas, vendemos 100% do empreendimento em menos de 20 dias.

Veja o video feito no nosso stand de vendas:

Possuimos unidades a venda de clientes que querem repassar a divida. Tendo interesse, ou para maiores informações acesse: http://www.primeiroape.com.br/imovel.php?id=52

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Na esteira do metrô

Entrega de novas estações aquece mercado de lançamentos no Sacomã e na Vila Prudente Rodrigo Capote/Folha Imagem Filipe Rocha terá uma estação de metrô mais próxima de São Caetano, onde mora






EDSON VALENTE
EDITOR-ASSISTENTE DE IMÓVEIS
Se morar perto do metrô tornou-se um desejo frequente entre os paulistanos, 2010 promete um aquecimento dos mercados de imóveis novos e de usados em pontos da cidade de São Paulo que deverão ganhar novas estações.
Estão previstas nove inaugurações neste ano, sem contar as de monotrilho, segundo a Companhia do Metropolitano de São Paulo (veja mapa à pág. 4).
Sacomã (zona sul), Vila Prudente (zona leste), Butantã, Faria Lima (no trecho do largo da Batata) e Pinheiros (zona oeste) são as regiões em que os negócios imobiliários mais deverão sentir a chegada do metrô.
Para os incorporadores, áreas da cidade em desenvolvimento e com boa oferta de terrenos ficam ainda mais atrativas com o melhor acesso. Casos do Sacomã -onde a operação da nova estação já está em teste- e da Vila Prudente.
"Tornam-se locais para a classe média que não tem condições de comprar em bairros mais valorizados", define Emilio Fugazza, diretor da construtora Eztec. No Sacomã, a empresa lançou, em janeiro, 324 unidades de 69 m2 a 85 m2, de dois e de três quartos, com preços de R$ 240 mil a R$ 290 mil.
Mesmo quem não habita o distrito obtém vantagens com a nova estação. O estudante Filipe Rocha, 21, mora em São Caetano, município vizinho do Sacomã, e conta que chegará mais rapidamente da faculdade em que estuda, no Jabaquara.
"Dali costumo pegar o metrô até o Ipiranga e então um ônibus para a minha casa", diz. "Ao descer na estação Sacomã, vou economizar tempo no trajeto."
A valorização dos imóveis próximos ao metrô não ocorre apenas quando a estação fica pronta, explica João Crestana, presidente do Secovi-SP (sindicato do setor). "Isso [a alta de preços] não se reflete só na época da entrega, já impactou ao longo dos cinco ou dez anos anteriores a ela", estima.

Ajuste
"As melhorias vão sendo incorporadas aos valores a partir do momento em que são anunciadas. A valorização de 20% para um imóvel se divide em 2% na hora da aprovação, mais 2% quando a obra efetivamente começa e assim por diante. Ao final, resta um pequeno ajuste."
José de Albuquerque, diretor de incorporação da Brookfield Incorporações, enxerga um cenário diferente. "O anúncio de uma obra já traz de cara uma valorização de 10% aos lançamentos próximos", estima.
"Após a entrega da melhoria, o aumento chega a 30% ou 40%." Assim, se quem põe um imóvel à venda nesses trechos vê maiores possibilidades de ganho, quem procura um para comprar deve encontrar preços maiores daqui para a frente.

Estação é argumento de negócios

Inauguração no Butantã valoriza apartamentos no km 18 da rodovia Raposo Tavares

DA REDAÇÃO
"[O Butantã] já se valorizou, e não é de hoje. Há uma casinha para alugar em frente à minha por R$ 1.000, fora o IPTU [Imposto Predial e Territorial Urbano]", relata a designer de bijuterias Andrea Pereira, 30. "A dona argumenta que logo será inaugurada a estação do metrô, a dez ou 15 minutos dali."
A percepção de Andrea -que também comemora a proximidade da inauguração, pois chegará mais facilmente à casa do namorado, que vive em Santana (zona norte)- reflete o movimento do mercado imobiliário provocado pela melhoria na rede de transportes.
A incorporadora Brookfield espera o efeito do surgimento da estação nas vendas de um empreendimento na rodovia Raposo Tavares. "Valorizará um lançamento nosso no km 18", afirma José de Albuquerque, diretor de incorporação.
O Oásis Living Club deverá ser entregue em três anos. Serão 356 apartamentos de 77 m2, 90 m2 e 108 m2 privativos, três ou quatro quartos e preços de R$ 250 mil a R$ 380 mil.
Embora o Plano Regional Estratégico da Subprefeitura Butantã proponha que a linha do metrô chegue até a Raposo Tavares, a Companhia do Metropolitano de São Paulo, por sua assessoria de imprensa, diz que isso não está previsto em seu plano de expansão.
O entorno do metrô da Vila Prudente, na zona leste, é outro alvo da Brookfield.
"A 50 metros da estação, lançaremos, até o meio do ano, apartamentos de 80 m2 e três dormitórios, com preço em torno de R$ 300 mil", dimensiona Albuquerque. "Esperamos ali compradores da classe média em busca do primeiro ou do segundo imóvel", define.
Em Pinheiros (zona oeste), o principal foco do mercado é o largo da Batata, onde, neste ano, deve começar a funcionar uma nova estação de metrô. Também está previsto o término de obras de reurbanização.

Comerciais
A tendência ali é surgirem empreendimentos de salas comerciais. "Lançamos o Boutique Offices, muito procurado por causa da estação na rua dos Pinheiros", cita Fabio Romano, diretor de incorporação da Yuny Incorporadora. São conjuntos de 36 m 2 a 46 m2.
Para Romano, a maior valorização ocorre quando a estação fica pronta. "O preço do metro quadrado de um comercial chega a dobrar." (EV)

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Governo anuncia R$ 3 bilhões para a casa própria

Objetivo é ampliar programas para população com renda de até 3 salários mínimos


Mariana Londres, do R7 em Brasília

O governo federal assinou nesta terça-feira (12) a liberação de R$ 2 bilhões de recursos do FGTS para o programa pró-moradia, do PAC (Plano de Aceleração do Crescimento), e de R$ 1 bilhão em subsídios para ampliação do Programa Minha Casa, Minha Vida. A assinatura foi feita em solenidade com a presença do presidente Lula, ministros, governadores e prefeitos.

Os subsídios para o Minha Casa, Minha Vida serão destinados a 2.014 municípios com menos de 50 mil habitantes.

O objetivo do governo é ampliar o programa para as famílias com renda de até três salários mínimos, ou R$ 1.395, faixa que concentra 90% do déficit habitacional, mas que até o fim de dezembro havia registrado menos da metade das operações de financiamento no programa - em comparação com as famílias com renda entre três e dez salários.

O presidente Lula disse em discurso improvisado que o governo quer aumentar os programas de habitação.

- Eu falo para a Dilma, eu fui jogador de futebol e quase fui um dos bons. E eu sou da filosofia que time não pode ir para retranca porque fez 1 a 0. Se a gente já fez 200 casas, tem que se preparar para fazer mais. Eu nunca estou satisfeito com os números, sempre quero mais.

O programa, lançado em abril do ano passado e com prazo para terminar em 2010, tem o objetivo de construir um milhão de casas para famílias com renda entre zero e dez salários mínimos. Mas até o fim do ano passado, os contratos fechados chegavam a 250 mil unidades, ou 25% da meta estabelecida até o fim de 2010. O ministro das cidades, Márcio Fortes, falou durante a solenidade:

- A proposta de um milhão de unidades não tem prazo. O balanço de até 24 de dezembro contabiliza 250 mil unidades contratadas e um total de 600 mil unidades para serem contratadas. Agora vamos ampliar o programa o que vai beneficiar famílias com renda mais baixa, com subsídios de R$ 12 mil a R$ 16 mil reais.

O ministro ressaltou ainda que 176 das propostas contempladas são de municípios em calamidade pública,como por exemplo,34 municípios do estado de Santa Catarina.

Pelo Pró-Moradia, 54 propostas do PAC foram selecionadas, e vão beneficiar 118 mil famílias em 32 municípios de 13 Estados. A maior parte dos recursos do orçamento da União vai para a região Nordeste. A ministra chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, falou sobre as novas fases dos dois programas.

- Se houvesse investimentos em moradia ao longo de vários anos não teríamos o déficit habitacional e as condições de vida precárias. Essas populações são o foco desses dois projetos, que estão em fase final de contratação. Antes se fazia casas a conta-gotas, hoje podemos dar casa para a população brasileira.

domingo, 23 de agosto de 2009

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